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Acim e Cejusc promovem orientação para acordo

Evento que será realizado em parceria visa diminuir a inadimplência no comércio de Marília

 

Visando promover um acordo entre devedores e credores, e diminuir a inadimplência no comércio varejista mariliense, a Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, juntamente com o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Marília, ambos promoverão na próxima segunda-feira, dia 09, a partir das 18h30, na sede da associação comercial mariliense, uma oportunidade de entender, compreender e agir da melhor maneira possível para propor um acordo em pendências financeiras existentes nos últimos cinco anos. “A proposta é fazer com que devedores e credores se entendam, e para isso é preciso conhecer como isso é possível ser feito dentro da lei”, disse o presidente da ACI de Marília, Adriano Luiz Martins, que já enviou convites para comerciantes em geral.

Durante 60 minutos os organizadores do encontro passarão ideias, sugestões, dicas e instrução de como efetuar um bom acordo. “Precisamos diminuir esse valor elevado de dinheiro que fica parado, deixando de circular no comércio de nossa cidade”, comentou Adriano Luiz Martins ao tomar conhecimento de que neste mês de março o valor acumulado nos últimos cinco anos atingiu a marca de: R$ 15.882.562,15 parados através das 39.955 dívidas existentes somente no comércio varejista de Marília, envolvendo 23.835 devedores cadastrados no banco de dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) da ACI de Marília. “É muito dinheiro, é muita dívida e muitos devedores”, apontou o presidente da associação comercial mariliense.

Neste encontro serão passadas de maneira fácil, eficiente e gratuita como proceder para provocar um acordo, seja do devedor como do credor. “O assunto é importante e para isso é preciso confirmar, o quanto anos, a presença no evento”, anunciou José Augusto Gomes, superintendente da ACI de Marília, ao propor contato direto, através do número telefônico (14) 99768-8168 seja verbal ou através de mensagem pelo Whatsapp. “São R$ 666,00 em média por dívida existente, valor considerado elevadíssimo, pois, como se percebe, uma pessoa tem mais de uma dívida cadastrada”, destacou José Augusto Gomes que também é favorável a um acordo, seja qual for, ao invés de perder o dinheiro e o produto. “Cada devedor existente deve em média R$ 398,00, ou seja, é muito dinheiro para considerar perdido”, falou ao lembrar que ao vender, o comerciante pagou pelo produto, pagou a comissão da venda e também pagou taxas e impostos referentes a ele. “E ficou sem o produto, também”, acrescentou.

Além de confirmar presença, os participantes devem trazer no dia do evento um litro de leite, ou um pacote de fraldas geriátricas ou um quilo de alimento não perecível, como forma de ajudar o Fundo Social de Solidariedade do município nas campanhas para famílias carentes que são desenvolvidas de forma contínua na cidade. “Foi uma forma que encontramos em colaborar com as famílias carentes assistidas pelo Fundo Social”, justificou Adriano Luiz Martins que pretende desenvolver esse “trabalho assistencial” em todas as atividades da associação comercial. “Precisamos ter esta consciência de que existem pessoas em situação delicada e havendo a possibilidade de ajudar devemos ter este comportamento humanitário”, comentou o presidente da ACI de Marília.

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