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Acim é contra manifestação que prejudique o comércio

Libânio Victor Nunes de Oliveira, presidente da Acim, diz que comércio não pode ser prejudicado

O presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Libânio Victor Nunes de Oliveira, considerou preocupante os comentários relacionados a possível greve geral na próxima sexta-feira, dia 28, como tem sido veiculado nas mídias sociais. “Tudo que a economia não precisa neste momento é de greve geral”, frisou em tom de preocupação. “Crise se vence com muito trabalho”, argumentou ao lamentar a forma como a economia tem sido atrelada as disputas partidárias. “As questões econômicas e políticas estão se misturando de uma forma contagiante”, lamentou.

Para Libânio Victor Nunes de Oliveira a possibilidade de greve geral na sexta-feira prejudicará sobremaneira o setor produtivo, e diretamente o comércio. “Principalmente agora que a economia começa a dar sinais de recuperação gradativa”, reforçou ao apoiar o posicionamento do presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alencar Burti, que também repudiou a possibilidade de greve geral. “É preciso agir de forma produtiva, consciente e inteligente”, opinou. “Não é parando que se resolve, principalmente comprometendo o planejamento do empresariado”, acrescentou ao temer pelo pior. “Quando uma empresa não atinge as metas, o resultado é diminuir despesas”, ensinou.

De acordo com o presidente da Associação comercial de Marília as pessoas tem direito a greve e ao trabalho. “É preciso que se tenham as devidas garantias para aqueles que queiram trabalhar”, ressaltou ao defender o mesmo para os grevistas. “No entanto aquele que não for trabalhar será enquadrado numa falta simples ao emprego”, comparou. “Toda e qualquer manifestação pública devem ocorrer de maneira pacífica e respeitosa, sem gerar prejuízos, violência e sem danificar o bem público”, defende Libânio Victor Nunes de Oliveira.

O presidente da Acim deixa claro que não defende as medidas governamentais, mas apoia as ações em direção ao crescimento. “O Governo precisa ser mais objetivo atacando o desemprego, as elevadas taxas de juros e principalmente a carga tributária exagerada”, defendeu o dirigente mariliense que considerou estranha a promoção de um movimento grevista justamente na sexta-feira. “Será que é para emendar com o sábado e domingo?”, questionou. “Da forma que foram feitas nas vezes anteriores, no domingo, me parece ser uma maneira de se manifestar sem prejudicar a produção”, comentou. “Parar num dia útil é querer prejudicar e não apenas se manifestar contra ou a favor de uma posição política”, completou o dirigente que não acredita na adesão da maioria nesta greve geral. “O comércio não pode parar num final do mês, e próximo a uma data importante como o Dia das Mães”, projetou.

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