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Acim orienta comerciantes sobre recebimento de cédulas

Adriano Luiz Martins e José Augusto Gomes, ambos da Acim, falam sobre o dinheiro carimbado em circulação

 

O presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Adriano Luiz Martins, está orientando os comerciantes associados a trocarem qualquer dinheiro recebido, seja ele duvidoso ou estragado, somente nas agências bancárias. “O valor é o mesmo, desde que seja verdadeiro, mas por alguma razão esteja em estado inadequado de uso ele pode ser trocado”, comentou o dirigente ao ser questionado caso alguém receba um dinheiro que esteja com carimbos, que não sejam os oficiais do Governo Federal. “Cabe ao comerciante decidir”, falou. “O máximo que ele pode fazer é deposita-lo na rede bancária que o dinheiro inadequado será trocado pelo Banco Central”, falou ao receber inúmeros telefonemas a respeito, depois que alguns comerciantes souberam da existência de uma quantidade de dinheiro que estava sendo carimbado para uso político.

De acordo com o Banco Central notas consideradas “inadequadas à circulação” podem ou não ter valor, dependendo do caso e tamanho do estrago. “As agências bancárias são os locais indicados para a troca e informações corretas”, apontou o superintendente da associação comercial mariliense, José Augusto Gomes, que também orientou como proceder corretamente aqueles comerciantes que telefonaram para a Acim, questionando se poderiam ou não receber o dinheiro “carimbado” com cunho político. Segundo o Banco Central, devem ser retiradas de circulação as cédulas manchadas, sujas, desfiguradas, gastas ou fragmentadas; com marcas, rabiscos, símbolos, desenhos ou quaisquer caracteres a elas estranhos; com cortes ou rasgos em suas bordas ou interior, queimadas ou danificadas por ação de líquidos, agentes químicos ou explosivos.

Para Adriano Luiz Martins não existe a necessidade de pânico ou qualquer desconforto, caso um comerciante da cidade receba uma dessas notas carimbadas. “Se o comerciante quiser repassar, não existe risco algum”, disse. “Mas se por via das dúvidas, queira inutiliza-la, basta depositar na rede bancária que isso será feito naturalmente pelo Banco Central”, falou. “Ou então pedir para que o dinheiro seja trocado, também, na rede bancária”, acrescentou ao esclarecer os fatos diante dos boatos que surgiram de ambos os lados: que o dinheiro perderia o valor, ou de que seria propaganda política e haver um enquadramento jurídico neste sentido, a aquele que estivesse com o dinheiro carimbado. “Não existe nada disso”, afirmou enfaticamente.

Adriano Luiz Martins lamenta profundamente esse tipo de comportamento, repudiando o ato, principalmente pelo fato de que isso vai gerar custos para todos os brasileiros para a troca desse dinheiro carimbado, além de causar transtorno para os desavisados. “Enxergo como se fosse uma pichação a um bem público e que assim deveria ser tratado, inclusive, se alguém for flagrado agindo desta maneira”, opinou o dirigente ao tranquilizar os comerciantes de que o dinheiro não perde o valor, e que todos eles devem ser depositados na rede bancária que encaminhará esse dinheiro “pichado” ao Banco Central para a troca e destruição. “Mas pessoas físicas e jurídicas podem recursar-se a receber as notas danificadas”, acrescentou. “Nestes casos o dono do dinheiro é quem deverá procurar uma agência bancária para o depósito ou troca”, reforçou o presidente da associação comercial que lamenta o transtorno causado por pessoas inconsequentes.

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