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Ano começa com crescimento de 21% nas consultas ao SCPC

Manoel Batista de Oliveira, vice-presidente da associação comercial, destaca a mudança de comportamento do lojista

O ano de 2020 começou com os comerciantes consultando mais o banco de dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) da Associação Comercial e Industrial de Marília. O comparativo com o mês de Janeiro do ano passado mostrou uma elevação de 21,7% no número de consultas, o que demonstra uma mudança de comportamento por parte do comerciante em geral. “Normalmente o mês apresenta queda nas consultas e nos últimos anos houve uma elevação superior a 20%”, festejou o vice-presidente da diretoria da associação comercial, Manoel Batista de Oliveira, ao observar os números apresentados pelo monitoramento mensal realizado pela entidade associativa. “O comerciante está se prevenindo da inadimplência consultando antes de vender pelo crediário”, disse o dirigente mariliense.

No mês de Janeiro do ano passado foram realizada 25.970 consultas ao SCPC da Associação Comercial e Industrial de Marília. Este ano, o mês de Janeiro registrou 31.609 consultas realizadas, o que demonstra que mesmo com a passagem do mês de Dezembro, com o período das vendas do Natal, os comerciantes continuaram a consultar o SCPC antes de vender pelo crediário. “Quem consulta antes de vender, vende como mais segurança e menos chances de inadimplência”, garante Manoel Batista de Oliveira que já adquiriu o hábito de consultar o sistema de proteção, antes de vender pelo crediário. “As vendas pelo crediário são excelentes alternativas, mas é preciso tomar muitos cuidados preventivos”, avisou ao sugerir a manutenção das vendas a prazo para os micro e pequenos comerciantes, principalmente notando que em 2015 foram (-)8,65%; em 2016 (-)6,45%; em 2017 (-)2,32%, em 2018 0,91% e em 2019 0,87% de crescimento nas consultas. “Percebe como está melhor?”, mostrou.

O fato de consultar antes de vender pelo crediário não representa volume vendas no comércio em geral. Manoel Batista de Oliveira lembra que existem, atualmente, outras formas de se vender, seja através dos cartões de crédito, débito e benefícios, além da tradicional venda à vista, que são operações que não passam pelo sistema do SCPC por isso não são registrados para a estatística. “O que eu posso dizer é que em Janeiro os comerciantes consultaram mais, se protegendo e evitando a inadimplência”, resumiu o vice-presidente da diretoria, que considera importante este instrumento de proteção ao lojista. “Hoje em dia qualquer venda mal feita pode acarretar num grande prejuízo para o comerciante”, alertou o dirigente de Marília que defende a consulta antes de vender pelo crediário.

De acordo com o experiente comerciante, quando o lojista vende e não recebe pela mercadoria, só ele é quem perde. “Perde tudo, porque ele ficou sem a mercadoria e sem o dinheiro correspondente”, explicou. “Além disso, teve que pagar pela mercadoria, pagar os impostos, as comissões e taxas e não recebeu nada para compensar”, ressaltou o vice-presidente da diretoria executiva da associação comercial ao sugerir, sempre, que o lojista procure o devedor e tente um acordo, seja ela qual for. “Um acordo qualquer é melhor do que perder tudo”, opinou ao sugerir bom senso, critério e análise antes de propor qualquer proposta de acordo. “Além de receber, passa a ter o consumidor novamente em condições de comprar”, disse ao defender os acordos entre credores e devedores.

Ano começa com crescimento de 21% nas consultas ao SCPC
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