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Ano começa com dívida de quase R$ 17 milhões

Manoel Batista de Oliveira alerta os comerciantes para manter o banco de dados do SCPC sempre atualizado

O vice-presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Manoel Batista de Oliveira, mostrou preocupação com o valor da dívida acumulada no comércio de Marília nos últimos cinco anos, registradas no banco de dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) da entidade mariliense, que aponta o valor de R$ 16.866.337,36, valor considerado elevado para os padrões do comércio local. “É muito dinheiro parado”, reclamou o dirigente que sugere aos comerciantes credores, que procurem os devedores para um acerto. “Não compensa ficar muito tempo com dinheiro parado”, reafirmou ao sugerir um acordo o quanto antes entre credores e devedores.

De acordo com o dirigente mariliense o mês de Janeiro registrou 23.114 devedores cadastrados, que estão com restrição de crédito em qualquer loja do País. “Também é uma quantidade muito grande de inadimplentes”, falou o vice-presidente da Acim ao calcular uma dívida média individual no valor de R$ 729,00, cada. “Muitas lojas podem fechar por causa disso”, acredita o dirigente de Marília ao pensar no micro e pequeno lojista que tiver uma ou mais dívidas neste valor. “Dai a importância de se precaver antes de conceder o crédito”, ensinou com experiência de muitos anos no varejo. “A informação ainda é a melhor arma contra a inadimplência”, repetiu.

Nos registros do SCPC da Acim existem 40.050 dívidas cadastradas, o que leva a crer, que são mais de uma dívida por CPF no banco de dados do serviço de proteção ao crédito. “Dá quase duas dívidas por devedor”, assustou-se ao mostrar a preocupação com os pequenos e micros comerciantes que dependem da venda do dia para a manutenção da loja. “De débito a média cai para R$ 421,00 cada dívida registrada, o que continua elevado para os padrões do nosso comércio”, reconheceu Manoel Batista de Oliveira, que orienta os comerciantes em geral sempre consultar o banco de dados do SCPC da Acim, no momento de vender a prazo.

As mulheres continuam sendo o grupo de maior número com débitos registrados. São 583 delas que estão com o CPF restrito ao crédito, diante dos 341 homens cadastrados no banco de dados do SCPC da Acim. “Elas frequentam mais as lojas da cidade, e por essa razão se expõem mais”, justificou o dirigente ao lembrar que dívida não tem sexo, pois, 2.015 dívidas não foram assinalados o sexo. “Mas é dívida do mesmo jeito e prejudica o comércio de qualquer maneira”, apontou o vice-presidente da diretoria da Acim que frequentemente avalia os índices do departamento que auxilia o lojista a conceder o crédito na hora da venda a prazo. “É possível saber o potencial de pagamento do cliente com algumas informações concedidas pelo sistema”, garante o experiente comerciante que faz o alerta para o cliente de 24 a 41 anos de idade com as maiores possibilidades de causar prejuízos na loja em não pagarem corretamente. “Todo cuidado é pouco”, frisou.

O sistema do SCPC da Acim é nacionalizado, o que quer dizer que, uma vez devendo numa das lojas de Marília que efetuar o registro, o consumidor passa a ter restrição do cadastro em qualquer loja do País, além de alguns departamentos públicos. “Ainda somos o sistema mais completo, ágil e acessível do mercado, para saber o potencial de pagamento do cliente”, garante Manoel Batista de Oliveira que sugere aos lojistas criarem hábito de consulta e registro das dívidas. “A garantia da informação é nossa, portanto, somos nós que devemos manter o banco de dados sempre atualizado”, falou ao sugerir sempre cautela no momento de vender pelo crediário. “A consulta é rápida, prática e funcional”, afirmou o dirigente mariliense ao fazer o alerta.

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