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Ano começa com elevação nas consultas do crediário

José Augusto Gomes, da Acim, comenta crescimento nas consultas ao banco de dados do SCPC da Acim

O mês de janeiro deste ano marcou elevação no número de consultas ao Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, com crescimento de 0,91% no primeiro mês do ano. Nos últimos três anos os inícios do ano sempre foram com queda nas consultas, o que chamou a atenção da diretoria da entidade associativa. “Mais um sinal positivo de que as vendas estão crescendo, afinal, número de consultas equivale a movimento no comércio”, comentou o presidente da associação comercial local, Adriano Luiz Martins, que considera importante monitorar esses dados como forma de verificar a movimentação dos consumidores nas lojas.

Em janeiro deste ano foram realizadas 25.747 consultas ao banco de dados do SCPC da Acim, diante das 25.514 consultas realizadas em 2016, com elevação de 0,91%. No ano passado, comparando com o movimento de 2016, houve uma queda de 9,29%, que comparado com o ano de 2015 houve uma queda de 6,45% que analisado o mesmo período em 2014 houve uma queda de 8,65%. “Isso quer dizer que os comerciantes estão se precavendo da inadimplência e analisando o cadastro do consumidor antes de aprovar o crédito”, disse José Augusto Gomes, superintendente da Acim. “O fato do comerciante consultar, não quer dizer que a venda tenha sido concretizada”, explicou o dirigente mariliense.

Outro detalhe que chama a atenção na estatística mensal do SCPC da Acim é que esse comportamento de se consultar mais antes de vender tem se tornado uma prática nos dias de crise. “Quando o lojista vende e não recebe, o prejuízo é muito grande, afinal, ele tem que pagar impostos, comissões, comprou o produto e perdeu o bem e o dinheiro correspondente”, disse Adriano Luiz Martins ao fazer o alerta sobre a importância de consultar as informações cadastrais do consumidor antes de vender. “A inadimplência inviabiliza o negócio aos poucos, e muitas vezes o lojistas não percebe e quando se desperta pode ser tarde de mais”, falou o presidente da associação comercial de Marília.

As consultas sobre os cheques vêem mantendo a queda natural pelo desuso, ou seja, a cada dia que passa são menos lojas recebendo cheques e menos consumidores utilizando da ordem de pagamento para fazer as compras. “As vendas a vista e as vendas com os cartões de crédito, débito ou benefícios, são os mais utilizados e estão numa crescente há anos”, disse o superintendente da Associação Comercial e Industrial de Marília. “Esse tipo de venda não passa pelo nosso sistema, pois, não tem consulta e é um relacionamento direto com as operadoras”, comentou José Augusto Gomes ao verificar o índice negativo de consulta de 60,98% em janeiro deste ano, em relação ao ano passado. Foram realizadas 9.258 consultas este ano, diante das 23.725 consultas realizadas em 2017. “Esse sim foi um índice dilatado, fora do normal”, analisou Adriano Luiz Martins.

As consultas ao banco de dados do SCPC da Acim além de analisar o cadastro do consumidor, ajuda a evitar golpes com cheques roubados, clonados e falsificados, além de evitar que um consumidor inadimplente em qualquer loja do Brasil venha a aumentar a dívida no comércio de Marília. “Nossas consultas são instantânea, nacionalizadas e a mais completa do mercado”, ressaltou José Augusto Gomes.

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