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Associação Comercial adia campanha com sorteio de prêmios

Presidente e superintendente da Acim reunidos constantes de forma virtual com autoridades, parceiros e empresários

A campanha promocional que estava em desenvolvimento pela Associação Comercial e Industrial de Marília, a ser iniciada no mês de Maio, inclusive com autorização da Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria, órgão regulador do Governo Federal que disciplina os sorteios com prêmios, foi suspensa temporariamente, por motivos óbvios, pela diretoria da entidade mariliense que está passando por uma ampla reformulação de gestão para se adaptar as novas condições econômicas impostas pela pandemia contra o Covid-19, que está afetando a vida de todos no Mundo. “Suspensão esperada, afinal, sem comércio e comerciante não tem como realizar uma promoção sem adesão”, justificou o presidente da associação comercial em Marília, ao ratificar o que se esperava. “Vamos repensar o que será feito futuramente, mas o momento não é para isso e sim em assessorar e orientar da melhor maneira os comerciantes a lidarem com essa situação inusitada”, desabafou.

A promoção deste ano seria algo inédito no varejo mariliense e pioneiro no Estado de São Paulo. Utilizando de recursos virtuais, através da “Realidade Aumentada”, a campanha contaria com uma situação divertida e estimulante com as presenças das personagens que estavam sendo criadas com os chamados “Descontmons”, mascotes virtuais que anunciariam prêmios entre as lojas participantes da campanha de forma a ser criada uma campanha nos moldes das “Caçadas Pokemons”, que chegou a ser febre entre a juventude anos atrás. “A ideia está guardada e será utilizada em momento oportuno”, disse Adriano Luiz Martins que vinha acompanhando pessoalmente o desenvolvimento do projeto inovador, até então, nunca utilizado no varejo de forma ampliada.

Para o superintendente da associação comercial mariliense o momento agora exige muito discernimento por parte dos gestores que precisam rever o modelo de gestão a ser tomado. “Férias, licenças, renegociação de acordos e contratos, dispensas de funcionários, cortes de gastos, realinhamento do organograma e até seleção de fornecedores e prestadores de serviço, são alguns dos temas pontuais que estão a mesa para ser visto pelo gestor”, falou ao mostrar preocupação com a economia diante da paralisação generalizada do varejo em geral. “O fechamento de lojas exigirá sacrifício de todos”, disse ao sinalizar uma compreensão entre empregadores, empregados e fornecedores. “Teremos que reaprender uma nova relação, afinal, essa pandemia conduzida da forma como foi, atingiu a todos financeiramente”, alertou o dirigente que há dias vem conversando com autoridades, parceiros e empresários na busca por melhores alternativas.

De acordo com Adriano Luiz Martins o Governo Federal terá que apresentar um plano de sustentabilidade econômica estimulando as empresas a manterem empregos. “Está ficando tarde e o tempo passou a ser o nosso maior inimigo”, disse o presidente da associação comercial em Marília, em tom de preocupação e apontar as medidas impostas pelos Estados Unidos como providenciais. “Algo parecido tem que ser apresentado pelo Governo Brasileiro, e rápido”, disse ao defender o emprego, a livre negociação e a manutenção das empresas. “Muitos empresários estão tomando medidas pesadas, porque não estão enxergando sinais de esperanças por parte do Governo Federal”, lamentou ao acompanhar atentamente os passos da equipe econômica do Brasil, para orientar o empresariado mariliense. “Estamos vivendo um dia de cada vez”, falou.

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