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Associação Comercial começa a pensar na retomada

José Augusto Gomes já se preocupa com a volta dos comerciantes em uma nova realidade

Com esperança do término da quarentena imposta pelo Governo do Estado de São Paulo antes do que foi decidido pelo Governador João Dória, a diretoria da Associação Comercial e Industrial de Marília já pensa em preparar os comerciantes da cidade, que estão impedidos de trabalhar por causa do Decreto Estadual 64.881/2020, para voltarem ao atendimento público. “Estamos trabalhando para que esta quarentena não chegue até o final do mês”, falou o presidente da entidade, Adriano Luiz Martins, com base nas atividades que a associação comercial vem desenvolvendo, bem como o trabalho de articulação por parte da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). “Todos os dias estamos discutindo isso”, falou o dirigente mariliense, que já pensa em preparar os lojistas associados.

De acordo com o presidente da associação comercial local com o país em quarentena, houve uma quebra no ciclo natural dos negócios. “Mas é certo que aos poucos vamos voltar as atividades, ainda que seja de uma forma diferente do antigamente, e a dinâmica da compra e venda terá novamente fluidez”, falou Adriano Luiz Martins, que acredita na flexibilidade da abertura, com regras claras e objetivas, e um novo tipo de comportamento, tanto por parte dos comerciantes, como por parte dos consumidores. “Comerciantes precisam apostar nesse retorno e, mais importante, estar preparados para ele”, falou José Augusto Gomes, superintendente da associação comercial, que tem conversado com autoridades locais e empresários da cidade sobre o assunto. “Quando as portas puderem ser abertas, o que farão com os estoques parados, os funcionários afastados, tributos acumulados, com as novas regras sanitárias e tudo mais?”, questionou o dirigente mariliense.

Preocupado com esta futura, e próxima, situação, a diretoria da Associação Comercial e Industrial de Marília pretende assessorar os comerciantes associados no sentido de orienta-los, sobre diferentes áreas da organização empresarial. “Vamos criar meios para que o comerciante se organize para a reabertura do comércio”, disse entusiasmado. “Não existe uma receita de bolo, afinal, elas devem ser analisadas dentro da realidade de cada empresa”, comentou José Augusto Gomes ao lembrar do fato de que a pandemia foi inesperada e atingiu a todos de forma direta e indiretamente. “O Poder Público será fundamental nessa hora, com regras claras e exemplos assertivos”, mencionou o superintendente da associação comercial ao citar atenção para as áreas de: Saúde, Marketing, Tributação, Equipe, Gestão, e Logística.

Neste ambiente de incertezas, a única certeza que o diretor da associação comercial tem é que a tecnologia não é mais um diferencial, mas essencial para a sobrevivência da empresa. Segundo José Augusto Gomes, não adianta mais se apegar ao “meu modelo de negócio”. “Vamos ter que entender que há outros canais de venda, muito além dos meios tradicionais e, em sua maioria, gratuitos, à disposição para estreitar a relação com o consumidor”, falou. “Quem ainda não sabe vender por aplicativo, é hora de aprender”, avisou. “Não é a hora de somente planejar o que fazer na volta, mas sim de entender como usar outros canais para vender agora, seja através do Rappi, do Mercado Livre, do Whatsapp, do Instagram, do próprio Google, ou até mesmo pela nossa plataforma com o Acim Shopping Marília”, destacou. “Voltar é consequência e só irá voltar bem quem estiver capacitado com esta nova realidade”, defendeu ao citar o endereço eletrônico do e-commerce da associação comercial: www.marilia.dakki.com.br, para utilização gratuita até Agosto por parte dos associados.

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