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Associação Comercial destaca coragem e ousadia

Adriano Luiz Martins, presidente da associação comercial, participa do anúncio do relaxamento da quarentena na Prefeitura

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília, Adriano Luiz Martins, participou da cerimônia do anúncio da sansão por parte do Prefeito Municipal, Daniel Alonso, da Lei Municipal que estabelece condições para a retomada do funcionamento dos estabelecimentos comerciais na cidade e dá outras providências. “Marília novamente sai na frente e toma medidas corajosas na luta pela manutenção de empresas e empregos no varejo com o relaxamento da quarentena”, disse o dirigente da associação comercial ao acompanhar a explicação do prefeito municipal, em encontro realizado no segundo andar da Prefeitura de Marília. “Parabenizo os vereadores pela aprovação do Projeto de Lei 44/2020, oferecendo condições para que a partir do dia primeiro as lojas retornem as atividades com novas normas que serão seguidas”, falou ao participar das discussões sobre o modelo a ser seguido pelo varejo.

Adriano Luiz Martins disse ainda que, através da Lei Municipal, foi feita uma correção na classificação da cidade de Marília, sobre o Decreto Estadual, que coloca a cidade na “Fase 2”, em detrimento a outras regiões com índices piores, e que foram classificadas com a “Fase 3”. “Os índices de Marília são bem menores do que cidades e regiões próximas de nós, e diante disso merecemos uma classificação melhor”, falou ao acompanhar as colocações apresentadas pelo Prefeito Daniel Alonso que mostrou dados de regiões como de Presidente Prudente, Bauru e Araraquara. “Tanto por cidades, como por regiões, os números de Marília são melhores do que estas regiões e cidades, e infelizmente fomos classificados em fase inferior”, lamentou Adriano Luiz Martins ao acreditar na reação de outras cidades e regiões que também se encontram em situações melhores do que apresentado pelo Governo do Estado de São Paulo.

A forma de abertura das lojas da cidade de Marília determina cuidados especiais com higienização e distanciamento. “As lojas vão se adaptar quanto ao uso de máscaras, a limpeza sistemática no local de trabalho, proteção aos funcionários e clientes, limitação de acesso, publicidade interna, entre outras circunstâncias não são difíceis de serem atendidas”, falou o dirigente da associação comercial preocupado mais com o horário de trabalho que deve ser de seis horas seguidas, conforme a lei trabalhista e a convenção coletiva. “A sugestão da associação comercial é que o horário seja das 10 as 16 horas durante a semana, e das 9 as 13 horas aos sábados”, comentou Adriano Luiz Martins ao enfatizar a necessidade de um acordo entre empregadores e empregados, quanto aos horários semanais. “Em sistema de rodizio é possível o cumprimento da carga horária necessária”, falou ao colaborar no conteúdo do Decreto Municipal.

A mudança por parte do Poder Executivo da classificação “Fase 2” para “Fase 4”, dentro do “Plano São Paulo” do Governo do Estado de São Paulo, contempla salões de beleza, bares, restaurantes, similares e academias, o que não constavam inicialmente na “Fase 2”. “Tudo será feito de forma escalonada, pois, o objetivo é evitar a aglomeração de pessoas”, comentou Adriano Luiz Martins que pretende desenvolver um trabalho de divulgação intensa de orientação sobre os cuidados necessários para a reabertura do comércio. “Vamos precisar de um período inicial de adaptação, que será curto, até atingirmos a plenitude dentro da Lei”, falou o presidente da associação comercial que estará assessorando os comerciantes para se enquadrarem de forma legal. “Vamos nos disciplinar dentro da lei e voltar as atividades de forma gradativa”, anunciou o dirigente.

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