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Associação Comercial participa de movimento em São Paulo

O movimento em favor da Reforma Tributária, aconteceu em São Paulo, com a presença de Marília

Encontro de lideranças aconteceu na capital paulista, na última segunda-feira, dia 17, envolvendo empresários e entidades empreendedoras, para ampliar o debate sobre a importância da desoneração da folha e a simplificação tributária como meios para estimular o emprego. O movimento paulista contou com a participação do presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília, Adriano Luiz Martins, e do superintendente, José Augusto Gomes, numa atividade coordenada pela Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), em ato contra o aumento de impostos, o desemprego, as PECs 45 e 110. Estiveram reunidos mais de mil pessoas, entre empresários, sindicalistas e políticos. “Vamos pressionar o Congresso Nacional para que promova o mais rápido possível as esperadas Reformas Tributárias”, anunciou o dirigente mariliense. “Queremos participar da discussão, para que tenham avanços reais nesta reforma que são importantes para o empresariado brasileiro”, falou Adriano Luiz Martins, que participou de toda a programação elaborada pelos manifestantes.

O presidente da Facesp, Alfredo Cotait Neto, que também ocupa o cargo de presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), acredita que as propostas não atendem a esses objetivos e que falta diálogo por parte do Congresso para explicar todos os pontos. “Chegamos à conclusão que a população, os empresários e a sociedade não estão sendo ouvidos”, disse o dirigente paulistano, Alfredo Cotait Neto. “Queremos falar aos nossos políticos para que haja uma melhor explicação sobre estas propostas e para que nossas sugestões sejam ouvidas”, reforçou ao defender o movimento que contou com várias lideranças paulistas entre associações e sindicatos ligados ao setor produtivo nacional.

De acordo com Alfredo Cotait Neto, as PECs 45 e 110 não atingem os anseios da população. “Queremos também a desoneração da folha de pagamento para que possamos gerar mais empregos”, ressaltou o líder paulista que acredita na força do movimento para sensibilizar os políticos que discutirão o tema em breve no Congresso Nacional e no Senado Brasileiro. “É por isso precisamos de uma discussão ampla sobre o que está sendo feito em Brasília”, completou o dirigente que já ocupou o cargo de Senador da República, e conhece a forma ideal de pressionar os políticos, prestes a uma votação. “Os movimentos populares são instrumentos de grande força, e o empresariado já sabe disso”, falou ao liderar o movimento paulista que receberá apoio de outros estados, que também defendem a mesma causa.

O evento teve a participação de Everardo Maciel, ex-secretário da Receita Federal, que alertou para uma possível onda de falências caso as propostas sejam aprovadas. “Se forem aprovadas do jeito que estão, microempreendedores que têm 1% de lucro, e que sequer precisam fazer contabilidade, vão pagar tributos de mais de 20% sobre seu faturamento. Isto levaria quase todas estas pessoas a falência”, avaliou. Segundo Luigi Nese, presidente fundador da Confederação Nacional de serviços (CNS), a reforma já deveria ter acontecido. “Fazemos um trabalho para tentar a redução da carga tributária há 20 anos. Se tivesse feito isso antes, agora estaríamos em uma situação econômica muito melhor”, defendeu. “Queremos defender a reforma tributária, a redução da carga tributária e a redução da folha de pagamento, especialmente no setor de serviços, que é o que mais emprega no país,” finalizou.

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