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Associação Comercial pede instalação de semáforo no centro

Adriano Luiz Martins, presidente da associação comercial, atende reivindicação de comerciantes no centro da cidade.

A diretoria da Associação Comercial e Industrial de Marília, atendendo uma solicitação de um grande grupo de comerciantes localizados na região central da cidade de Marília, entre as rua Coronel Galdino de Almeida e Rua 24 de Dezembro, onde existe uma intensa movimentação de automóveis de pequeno e médio portes, ocasionando várias vezes ao dia, transtornos aos comerciantes ali localizados naquela região comercial. “Eles sofrem com o grande fluxo de veículos, bem como a movimentação de carros que necessitam manobrar por ali, paralisando por completo o trânsito”, justificou o presidente da associação comercial local, Adriano Luiz Martins, ao ouvir as reivindicações dos comerciantes localizados por ali. “Existem outros problemas com o trânsito, mas o principal é a necessidade do semáforo”, apontou.

De acordo com a reclamação do grupo de comerciantes associados, durante o dia, seja de manhã ou tarde, aquele cruzamento sofre com o fluxo de automóveis na Rua 24 de Dezembro, inclusive automóveis grandes, que ao pararem no cruzamento com a Rua Coronel Galdino de Almeida, necessitam de mais tempo para o cruzamento pelo tamanho e lentidão. “Muitas vezes afeta, inclusive, a avenida Rio Branco que fica mais abaixo”, acrescentou Adriano Luiz Martins que esteve no local observando a movimentação dos automóveis e verificando o problema pessoalmente. “Até a avenida Santo Antônio também é prejudicada com o trânsito confuso naquele trecho”, reforçou o dirigente da associação comercial ao verificar a existência de outros dois semáforos perto, porém, havendo uma interação com o

s possíveis três semáforos, o trânsito pode ser melhorado fluindo com mais naturalidade.

A chamada “Zona Azul” também se faz necessária quanto ao rodizio de carros estacionados, porém, o fato de existirem muitas lojas com recuos nas calçadas, bem como as entradas e saídas de carros em boa parte do local, também fazem com que o trânsito seja mais intenso, pois, é obrigatória a paralisação do fluxo, para que outros carros promovam a manobra necessária. “Esse é outro ponto que faz com que o trânsito seja perigoso e volta e meia acontecem acidentes por causa disso”, argumentou Adriano Luiz Martins, ao conversar com alguns comerciantes localizados naquele trecho que precisam constantemente orientar os clientes quanto a entrada, saída ou estacionamento de veículos. “A sugestão, inclusive, é para que haja sempre um agente do trânsito por ali, para colocar ordem e autoridade no fluxo em geral”, comentou ao propor esta possibilidade para que não haja discussões entre as pessoas que por ali passam.

O fato de haver muitas lojas de segmentos comerciais dos mais variados, faz com que o transporte de cargas também seja visto naquele trecho, carregando ou descarregando mercadorias, mesmo em veículos médios. “Pode até ser um carro particular, que por não encontrar vaga para estacionar, para na própria rua e faz o carregamento ou descarregamento, paralisando todo o fluxo”, lamentou Adriano Luiz Martins que admite ser um problema crônico não só neste trecho, mas em tantos outros existentes nos principais corredores comerciais da cidade. “É o preço que pagamos pelo nosso próprio desenvolvimento”, falou ao associar o movimento de carros e pessoas com o movimento entre as lojas da cidade. “Talvez seja um problema bom”, disse brincando ao pedir ajuda na orientação do trânsito ao órgão municipal, a Empresa de Desenvolvimento Urbano e Habitacional de Marília (Emdurb), responsável pela coordenação do trânsito de automóveis na cidade.

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