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Associação Comercial pressiona contra o fechamento do comércio

Reunião realizada na Prefeitura de Marília discutiu ações, mas comércio mantem com as portas fechadas

Reunião realizada na Prefeitura de Marília discutiu ações, mas comércio mantem com as portas fechadas

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília, Adriano Luiz Martins, e o presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Marília, Sinval César Gruppo, estiveram reunidos com o Prefeito Daniel Alonso, nas presenças de outros dirigentes de ambas as instituições de classe, no sentido de discutir o decreto municipal n° 13.326 de 17 de Janeiro de 2021, que proíbe o atendimento presencial aos clientes. “Estamos atingindo um estágio insuportável em que precisamos rever conceitos e comportamentos, com o empresariado em geral”, disse o dirigente da associação comercial, preocupado com o fechamento compulsório dos estabelecimentos comerciais e da área de alimentação e hotelaria. “Sem apoio, sem subsídio, sem oportunidades, sem alternativas, somente proibidos de trabalhar, ninguém manterá empregos, tributos, atendimento e serviços”, disse Adriano Luiz Martins. “Não é só o vírus quem mata”, alertou.

No encontro realizado na Prefeitura de Marília foram discutidos uma série de situações de saúde e do comércio em geral, principalmente da caótica situação em que se encontram os hoteleiros e proprietários de restaurantes, bares e similares. “Além do pessoal estar proibido de trabalhar, ainda estão sendo vítimas de acusações de que sejam os maiores locais de contaminação”, lamentou Adriano Luiz Martins que apresentou ao Prefeito Daniel Alonso o comportamento de Bauru e da realização das feiras livras como argumentos de injustiça no fechamento das lojas de forma compulsória. “Bauru está tentando manter as lojas abertas, enquanto que as feiras estão sendo visivelmente realizadas sem qualquer fiscalização com aglomerações monstruosas”, apontou o dirigente que não concorda com as decisões do Plano São Paulo de combate a pandemia, que fecha o comércio e peca na fiscalização de aglomerações clandestinas, familiares e comemorações diversas. “A manutenção do fechamento do comércio causará problemas difíceis de serem superados com o encerramento de muitos estabelecimentos comerciais”, insistiu.

Com a aquisição junto ao Governo do Estado de São Paulo de 25 novos leitos específicos para atendimento do Covid-19, para os 62 municípios que fazem parte da Divisão Regional de Saúde (DRS), podem ajudar nos índices de avaliação para a determinação da fase a ser seguida. “A esperança é que retornemos para a fase laranja que flexibiliza o comportamento”, disse Adriano Luiz Martins de forma esperançosa. “Além disso, vamos acompanhar o Prefeito na audiência que terá com o Governador do Estado, para ajudar na argumentação para evitar o fechamento”, falou o presidente da associação comercial que pretende acompanhar o Prefeito Municipal neste encontro com João Dória, já marcado pelo Prefeito Daniel Alonso. “Queremos, também, conversar com o Promotor de Justiça, Isauro Pigossi Filho, no sentido de tomar conhecimento de até onde podemos defender a retomada do comércio”, disse Adriano Luiz Martins que tem orientado os comerciantes a seguirem todos os protocolos de proteção, bem como informar os consumidores dos riscos que o comércio sofre caso não sejam cumpridas as medidas protetivas.

No desejo de retornar a fase amarela e almejar a fase verde, Adriano Luiz Martins insistiu numa maior fiscalização por parte da Prefeitura de Marília e da Polícia Militar, no atendimento de denúncias anônimas de festas clandestinas e aglomerações de pessoas que podem ser feitas na Ouvidoria do Município pelo telefone: 0800-7766-111 ou por e-mail: [email protected] ou através de “whatsapp” 14-99799-6361. “Mas quem quiser, pode ligar para o 190 da Polícia Militar”, acrescentou ao lembrar do sigilo a ser mantido do denunciante.

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