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Associação Comercial quer colaborar com visitas eletrônicas

Encontro realizado na associação comercial explicou o funcionamento do programa de visitas eletrônicas

A diretoria da Associação Comercial e Industrial de Marília considerou oportuna a atividade do Hospital das Clínicas/Famema, no sentido de estimular o desenvolvimento do “Programa de Televisitas”, que trata de um acompanhamento do estado de saúde do paciente pelo familiares, de forma remota a partir do uso de tecnologias. “Uma necessidade que surgiu recentemente em decorrência da pandemia do Covid-19”, disse entusiasmado o presidente da entidade, Adriano Luiz Martins, ao conversar (dentro das medidas de higiene e distanciamento) com a superintendente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Marília (HCFAMEMA), Paloma Libanio, que explicou com riqueza de detalhes o programa de enfrentamento ao Covid-19. “O HCFAMEMA compõe a rede de atenção à saúde do Sus, prestando assistência à saúde em média e alta complexidade em ambientes: ambulatorial e hospitalar”, explicou a dirigente do hospital público ao acrescentar o atendimento a 62 municípios do centro-oeste paulista.

A proposta inicial do “Programa de Televisitas” pretende atender 15 pacientes internados em isolamento respiratório, que contam com a possibilidade da suspensão de acompanhantes e visitas aos pacientes internados, por falta de espaço e a preocupação de contaminação. De acordo com Paloma Libanio ao desenvolver o programa do Estado de São Paulo, a ideia é diminuir o trânsito de pessoas dentro do ambiente hospitalar auxiliando no isolamento social de acordo com as recomendações da OMS, Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado da Saúde. “O programa vai estimular a manter as práticas de comunicação entre pacientes e familiares de forma eficaz durante a pandemia Covid 19”, reforçou a dirigente hospitalar ao lembrar que este tipo de atendimento é pautado em práticas humanizadas com aporte psicossocial no processo de hospitalização durante a pandemia do Covid 19. “É a solução para o momento”, concluiu Adriano Luiz Martins.

Ao explicar como funcionará o programa no complexo hospitalar mariliense mostrando os recursos humanos, com a equipe de comunicação e acolhimento, formado por psicólogos e profissionais de outra categorias, existe a necessidade de adquirir 18 “tablets” com recurso 3G/4G ou rede, além de programas como o “Acess Point Ponto de acesso Remoto”. “Queremos minimizar do sofrimento diante da hospitalização no momento da pandemia, proporcionando o mínimo de qualidade ao paciente e os familiares”, resumiu Paloma Libanio ao chamar a atenção para a participação da associação comercial mariliense nesse programa. “Vamos estudar uma forma de participar desta iniciativa, mesmo sabendo que o momento é bem complexo para o empresariado, mas acredito na possibilidade de colaborar de alguma forma”, disse o presidente da entidade empresarial, sensível a situação do hospital de Marília e os pacientes.

Adriano Luiz Martins desde o início da pandemia tem participado de inúmeras reuniões com autoridades local, regional, estadual e nacional, no sentido de buscar uma solução que venha a atender as necessidades do comércio varejista. “Mas quando se fala em internação, envolvemos a humanidade, afinal, qualquer pessoa está sujeita a este tipo de situação”, disse sem preconceito. “Se não bastasse o isolamento domiciliar, que não é fácil, imagino como deve ser difícil o isolamento individual numa enfermaria e ainda necessitando de cuidados médicos que não dará conta de atender a todos como é preciso”, falou ao colocar-se a disposição do complexo hospitalar mariliense na possibilidade de se envolver neste programa estadual.

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