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Comércio de Marília com elevação anormal, diz Acim

Comércio de Marília busca recuperação quanto a inadimplência de forma eficiente

Dados apresentados pelo Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, mostram que o comércio mariliense está conseguindo recuperar dívidas antigas de forma anormal, de acordo com os comparativos entre a região do centro-oeste paulista, de todo o Estado de São Paulo e do Brasil. “Isso quer dizer que os comerciantes de Marília estão conseguindo negociar as dívidas que aparecem, minimizando os prejuízos”, festejou o presidente da associação comercial local, Adriano Luiz Martins, ao analisar o relatório encaminhado pela Boa Vista SCPC, que faz a mensuração do comportamento do consumidor inadimplente. “Mesmo com os R$ 16 milhões, aproximadamente, acumulados nos últimos cinco anos de dívida no comércio mariliense, o lojista de Marília está se superando”, falou o dirigente.

De acordo com os dados da Boa Vista SCPC o indicador de recuperação de crédito, aumentou 1,0% na comparação mensal de julho contra o mês anterior. Já no valor acumulado, a recuperação avançou 7,2% enquanto na variação interanual (mesmo mês do ano anterior) o indicador avançou 8,0%. No Brasil houve um decréscimo no acumulado do ano de (-)1,2%, enquanto que no comparativo entre Julho do ano passado com Julho deste ano, outro decréscimo de (-)0,8% e zerado entre um mês e outro deste ano. “Enquanto no Brasil os números não crescem, em Marília os números são bem elevados”, comparou Adriano Luiz Martins ao verificar que no Estado de São Paulo os índices são inferiores aos conseguidos em Marília: 3,1% no acumulado do ano; 4,6% no anual (Julho de 2018 a Julho de 2017) e do mensal: 0,8% entre Junho e Julho deste ano.

Para o presidente da associação comercial de Marília a procura por acordos seja de forma judicial, extra judicial ou informal estão funcionando. “O comerciante não pode esquecer deste débito, que aos poucos vai corroendo a empresa que chega a ficar sem ação, e acaba fechando”, alertou Adriano Luiz Martins ao apontar o trabalho da Acim no sentido de fazer com que os lojistas procurem um acordo com o devedor de qualquer maneira. “Não só o nosso departamento jurídico faz esse trabalho, quando possível, como os convênios que temos com o Cejusc, por exemplo, que faz este trabalho de intermediação de uma forma muito positiva”, comentou o presidente da associação comercial mariliense ao sugerir que todo e qualquer débito existente seja trabalhado em direção de um acordo. “Qualquer acordo é melhor do que a perda do dinheiro e do produto”, afirmou.

Esse levantamento da Boa Vista SCPC considera o indicador de registro de inadimplência a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas e o indicador de recuperação de crédito é elaborado a partir das exclusões de registros informadas à Boa Vista SCPC pelas empresas credoras. “Dai a importância do comerciante registrar os débitos quando acontecerem, e excluírem quando houver um acordo”, frisou o presidente da Acim. “Como os dados são possíveis acompanhar a performance do comércio varejista e criar mecanismos para diminuir a inadimplência que é o principal motivo de fechamento da maioria das empresas”, acredita o dirigente da Acim que tem orientado todos os comerciantes associados a criarem um cadastro pessoal dos clientes com o máximo de informação possível, e ainda consultar o SCPC da Acim, antes de decidir em oferecer crédito ao consumidor. “A informação continua sendo a nossa principal arma contra a inadimplência”, afirmou.

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