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Comércio “de quarentena” passa 9 de Julho inalterado

José Augusto Gomes e Adriano Luiz Martins, ambos da associação comercial, falam sobre o feriado do 9 de julho

O feriado estadual do dia 9 de Julho, quando é celebrado em todo o Estado de São Paulo o dia de homenagem a “Revolução Constitucionalista de 1932”, pela primeira vez não será respeitado como de costume. A celebração foi antecipada para o dia 25 de maio e diante disso o dia 9 de Julho será considerado normal. Segundo o presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília o alerta é importante, apesar do comércio estar fechado por imposição da quarentena que coloca o município na fase “vermelha” de acordo com o Plano São Paulo, do Governo do Estado de São Paulo. “Isso quer dizer que as contas de consumo (água, luz, telefone e TV a cabo, etc) e carnês com vencimento marcado para 9 de julho deverão ser pagas normalmente”, alertou Adriano Luiz Martins, ao destacar o horário de funcionamento dos bancos das 10 as 14 horas. “O atendimento exclusivo para idosos, gestantes e pessoas portadoras de deficiências ocorre das 9 às 10 horas”, disse.

O dia 9 de julho é uma data importante para São Paulo. Foi nesta data que, em 1932, começou a Revolução Constitucionalista, uma revolta que o Estado de São Paulo organizou contra o governo Getúlio Vargas (1930-1945). “Em Marília há muitos anos este feriado era facultativo”, recordou José Augusto Gomes, superintendente da Associação Comercial e Industrial de Marília ao lembrar de liminar conseguida pela entidade permitindo que os lojistas associados abrissem a loja se quisessem. “A liminar foi conseguida em 2001, com o processo de número 2001.61.11.001773-5, da Justiça Federal, através da 11ª Subsecção Judiciária do Estado de São Paulo, da 2ª Vara Federal, com despacho da Juíza Federal, Elizabeth Leão”, recordou o dirigente mariliense ao lembrar que de lá para cá a maioria das lojas sempre abriu neste feriado estadual.

Em Maio deste ano a antecipação do feriado foi feita com o propósito de criar um “megaferiado” no mês, emendando o fim de semana e, em algumas cidades, também outros feriados antecipados. “O objetivo foi manter as pessoas mais tempo em casa e tentar reduzir os índices de contaminação pelo coronavírus que, na época, estavam em sua fase mais crítica”, disse Adriano Luiz Martins ao reconhecer que a medida deu certo. “Na prática não mudará em nada, afinal, as lojas estão fechadas e se estivesse abertas estariam funcionando facultativamente”, falou ao verificar como um dia normal neste ano, principalmente no que se refere a pandemia.

Com as lojas consideradas essenciais pelo Governo do Estado de São Paulo, o funcionamento neste período é tido como normal, em razão da antecipação do feriado. “Se houvesse o feriado, os essenciais poderiam escolher se abrem ou não”, disse José Augusto Gomes sem notar muita alteração entre um feriado ou não em período de pandemia, com quarentena em estado crítico. “O importante é a população em geral tomar os devido cuidados preventivos, ajudando na dificuldade da proliferação do vírus para que o comércio volte o mais rápido possível ao seu funcionamento em condições de sobrevivência”, disse Adriano Luiz Martins.

Comércio “de quarentena” passa 9 de Julho inalterado
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