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Comércio “on-line” cresce 44,6% no Natal

Carlos Francisco Bitencourt Jorge, secretário da diretoria da associação comercial, fala sobre as vendas eletrônicas

 

As vendas “on-line” do varejo brasileiro cresceram 44,6% no Natal de 2020 em relação à mesma data de 2019, de acordo com levantamento realizado pela EbitNielsen. Segundo o secretário da diretoria da Associação Comercial e Industrial de Marília, Carlos Francisco Bittencourt Jorge, essa era uma tendência aguardada pelos lojistas que investiram em tecnologia e capacitação, diante da pandemia do Covid-19, que obrigou, através da quarentena imposta pelo Governo do Estado de São Paulo, a fazer com que o empresariado em geral buscasse novos mercados, principalmente o e-commerce.

Ao todo, as vendas entre os dias 10 e 24 de dezembro somaram R$ 3,76 bilhões. No mesmo intervalo do ano passado, o volume de vendas através dos canais on-line havia sido de R$ 2,6 bilhões. “E olha que no ano passado não havia pandemia”, acrescentou o dirigente da associação comercial mariliense que acredita no crescimento desta tendência, em virtude da descoberta por parte de alguns comerciantes, de um novo nicho de mercado, que é a venda eletrônica. “Uma novidade em que a pandemia obrigou o pessoal a conhecer mais e melhor”, disse o dirigente que vem acompanhando as últimas performance do varejo e percebido a mudança de comportamento por parte de alguns empreendedores.

De acordo com o levantamento, os brasileiros fizeram 8,1 milhões de pedidos pela internet nos 14 dias anteriores ao Natal, alta de 27,5% em um ano. O tíquete médio das compras realizadas “on-line” aumentou 13,4%, para R$ 462, o que ajudou a impulsionar o valor vendido. Na comparação com os últimos cinco anos, 2020 teve o maior crescimento no faturamento da data para o e-commerce brasileiro. “O consumidor passou a acreditar mais nas compras eletrônicas até por uma obrigação imposta pela quarentena”, ressaltou ao acredita na elevação destes índices com a prática constante de compra e venda pela internet.

Entre 2016 e 2017, a alta foi de 14%, enquanto que no ano seguinte, o crescimento foi de 19%. Em 2019, o faturamento teve crescimento menor, de 2% em relação a 2018, quando as vendas foram de R$ 2,54 bilhões, segundo a pesquisa. Por outro lado, neste ano que passou, a fatia das compras no período realizadas por clientes que nunca haviam comprado “on-line” foi a menor do intervalo. Segundo a EbitNielsen, 14% dos consumidores fizeram a primeira compra “on-line” neste Natal. No ano de 2019, 16,4% dos compradores estavam recorrendo ao e-commerce pela primeira vez. Em 2018, o porcentual era de 17,3%. Em 2017 foi de 14,8%, e em 2016, de 15,9%. “Essa é uma tendência que só tem a crescer”, afirmou o dirigente da associação comercial mariliense ao lembrar do investimento em plataformas de marketplace que a própria entidade de Marília vem investindo. “Não tem como não participar deste processo”, disse. “É um caminho sem volta”, afirmou.

Comércio “on-line” cresce 44,6% no Natal
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