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Confiança do brasileiro cresce, diz dirigente da Acim

Adriano Luiz Martins, vice presidente da Acim, fala de recente pesquisa sobre o consumidor

O vice presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Adriano Luiz Martins, considerou válido o resultado de recente pesquisa desenvolvida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que apresenta elevação na confiança do brasileiro que atingiu 64 pontos em agosto, confirmando a reação do comércio varejista com as últimas ações tímidas do Governo Federal quanto a economia do País. “O consumidor precisa estar confiante para movimentar o comércio varejista”, afirmou o dirigente mariliense ao analisar o Índice Nacional de Confiança (INC) que vai de zero a 200 pontos e está no campo negativo (abaixo de 100) desde julho de 2015; do início de 2017 até agora, o indicador vem caindo. “Tenho certeza que os resultados dos próximos meses serão melhores”, acredita o vice presidente da ACI de Marília.

De acordo com o Índice Nacional de Confiança (INC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) foi registrado em agosto 64 pontos, um a mais frente a julho, quando chegou à pontuação mais baixa da série histórica (63 pontos), iniciada em 2005. O índice varia de zero a 200 pontos, sendo o intervalo de zero a 100 o campo do pessimismo e, o de 100 a 200, o do otimismo. Desde julho de 2015, quando o INC ficou abaixo de 100 pontos pela primeira vez, o indicador não conseguiu retornar ao campo positivo.

A pesquisa mostra que do início de 2017 até agora, a confiança também vem caindo, com 77 pontos em janeiro, 74 em fevereiro, 71 em março, 66 em abril, 68 em maio, 68 em junho e 63 em julho. “Nesses meses de baixa, é bom lembrar que aconteceram uma série de escândalos políticos que afetaram diretamente a nossa economia”, comentou Adriano Luiz Martins. “Isso causou incerteza política abalando a confiança de todas as classes sociais e regiões brasileiras de maneira homogênea, apesar da melhora de alguns indicadores econômicos na época”, apontou, ao enfatizar que a política tem gerado desânimo no brasileiro em geral. “É muito intenso o escândalo que se descobre e é divulgado”, opinou o vice presidente da Acim. “Esperamos que, com a continuidade da queda da taxa básica de juros, o ânimo do consumidor melhore”, complementou Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), que acompanha mensalmente as pesquisas desenvolvidas, principalmente esta, desenvolvida pelo Instituto Ipsos entre os dias 1º e 14 de agosto em todas as regiões brasileiras. A margem de erro é de três pontos.

Por ser uma pesquisa ampla, o INC revela um agravamento do pessimismo do Nordeste na passagem de julho para agosto (de 72 para 63 pontos), em função do desemprego mais agudo na área. No grupo de regiões Norte/Centro-Oeste houve alta de cinco pontos (de 63 para 68). No Sudeste, a confiança ficou estável em 63. Por fim, o Sul surpreendeu com grande elevação, de 49 para 62 pontos, possivelmente pela normalização climática na região, estabilizando a atividade agropecuária. A confiança das classes “D” e “E” caiu cinco pontos na passagem de julho (68) para agosto (63). Já as classes “A”, “B” e C ficaram estáveis em 63 e 65 pontos, respectivamente.

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