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Confiança do consumidor cresce de forma recorde em setembro

Manoel Batista de Oliveira vendo ânimo no consumidor no melhor período de vendas do comércio em geral

Pesquisa realizada entre 1º e 14 de setembro em todas as regiões brasileiras pelo Instituto Ipsos, a partir de 1.200 entrevistas pessoais e domiciliares, registra uma confiança elevada dos consumidores, marcando 78 pontos, sendo considerado o mais alto nos últimos três anos, quando em setembro de 2015 marcou 79 pontos. “Em 2015, a recessão econômica se aprofundou e derrubou a confiança do consumidor, que oscilou em patamar baixo no ano seguinte”, disse Emílio Alfieri, economista da Associação Comercial de São Paulo, que faz este tipo de pesquisa regularmente. “Isso quer dizer que o consumidor está animado no melhor período do varejo”, destacou Manoel Batista de Oliveira, vice presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília.

De acordo com os índices apresentados, no segundo semestre de 2017, o Índice Nacional de Confiança (INC) começou a subir lentamente e volta agora ao nível de três anos atrás. “Esse levantamento é realizado mensalmente em 72 municípios no Brasil inteiro, com amostra probabilística, com cota no último estágio de seleção e margem de erro de três pontos percentuais”, validou o dirigente mariliense que acredita na representatividade da população brasileira de áreas urbanas de acordo com dados oficiais do IBGE. “O resultado de Setembro deste ano com 78 pontos ainda corresponde a um pessimismo alto, distante da neutralidade (100 pontos) e da entrada no campo otimista, que vai de 100 a 200 pontos”, mas são demonstrações de que o consumidor está entusiasmado e acreditando em situações melhores”, avaliou Manoel Batista de Oliveira. “O INC chega agora ao ponto da virada, da mudança de trajetória. Com segurança podemos dizer que os indicadores econômicos ― entre eles o INC ― estão em trajetória ascendente, embora lenta”, reforçou Emílio Alfieri.

A confiança de setembro oscilou dentro da margem de erro da pesquisa (3 pontos) em relação a agosto (76), mas avançou 7 pontos sobre setembro do ano passado (71). “De um ano para cá, o consumidor ficou menos pessimista com o futuro e percebe a pequena melhora dos indicadores”, comenta Alfieri. Em setembro, 39% dos entrevistados avaliaram que sua situação financeira futura vai melhorar, ao passo que 20% creem numa piora. A situação é muito melhor do que a de setembro de 2017, quando um número praticamente igual de pessoas acreditava tanto que a situação financeira ia melhorar (30%) como piorar (29%). O mesmo não se verifica quanto à situação financeira atual.

Além da melhora de indicadores e do ânimo quanto ao futuro, o aumento do INC no contraste anual refletiu o reajuste do Bolsa Família em julho de 2018, acima da inflação, atingindo sobretudo a classe “D” e, consequentemente, o Nordeste ― região com maior concentração de beneficiários. O INC do Nordeste saltou 20 pontos e o da classe “D” cresceu 13. “Não à toa, são os grupos demográficos que vem puxando a confiança nacional”, diz Alfieri. “São informações que animam para o Natal, principalmente, quando o furações sobre as eleições já passou”, defendeu o vice presidente da associação comercial de Marília.

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