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Cresce o índice de confiança da classe “D”, diz Acim

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Manoel Batista de Oliveira, diretor da Acim, analisa recente pesquisa da ACSP sobre a confiança do brasileiro

A expectativa de uma temporada com bom desempenho no comércio é o que avalia o futuro vice presidente da diretoria da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, e atual secretário executivo, Manuel Batista de Oliveira, ao considerar como excelente o crescimento da confiança da Classe “D”, que subiu para 7 pontos em janeiro, de acordo com recente pesquisa desenvolvida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), considerada como parâmetro para o desempenho do comércio varejista brasileiro. “Com índice de confiança de 78 pontos, a classe “D” foi a única com aumento sobre dezembro de 2017”, falou o dirigente mariliense ao observar o indicador ACSP/Ipsos que vai de zero a 200 pontos na pontuação de análise.

Com a menor inflação em quase 20 anos registrada no ano passado, isso levou a confiança do consumidor do grupo de classes “D” a subir neste início de ano. Em janeiro, o indicador marcou 78 pontos para o grupo socioeconômico em questão, contra 71 em dezembro do ano passado. Foi a única classe com melhora na confiança. No Brasil como um todo, o INC oscilou dentro da margem de erro (três pontos) e registrou 77 pontos em janeiro (74 em dezembro). “Os alimentos puxaram a fila com a queda consecutiva dos preços no ano passado melhorando o poder de compra do consumidor brasileiro”, disse Manuel Batista de Oliveira. “Isto permitiu ganhos reais de salários pelas correções baseadas nas taxas anteriores”, falou. “Para a população de menor renda, o impacto foi maior, visto que ela é mais sensível à oscilação dos preços destes produtos, que pesam mais no orçamento doméstico”, explicou o comerciante que faz parte da diretoria da Acim e continuará na próxima gestão. “A melhora gradual do emprego também contribui para a elevação da confiança”, acrescentou o mariliense.

O INC varia entre zero e 200 pontos, sendo o intervalo de zero a 100 o campo do pessimismo e o de 100 a 200 o campo do otimismo. O levantamento foi realizado pelo Instituto Ipsos de 2 a 11 de janeiro, em todas as regiões brasileiras. Nas demais classes sociais, a confiança oscilou dentro da margem de erro na passagem de dezembro de 2017 para janeiro de 2018. O INC da classe “C” passou de 76 para 78 pontos. No grupo de classes “A” e “B”, foi de 67 para 70 pontos ― é o grupo mais cauteloso e o único abaixo da média nacional (77).

De acordo com a pesquisa na região Sudeste a confiança saltou de 74 para 83 pontos entre dezembro e janeiro. “Como é a mais urbanizada do País, a região tem se beneficiado da retomada da indústria e do emprego”, frisa Emílio Alfieri, economista da ACSP. “O recuo dos preços dos alimentos e a melhora do emprego repercutiram na confiança dos moradores do Nordeste, onde o INC passou de 67 para 73”, argumentou o economista paulistano. “Na contramão, o índice da região Sul despencou de 93 para 80 pontos, provavelmente por impactos climáticos na produção agrícola”, apontou. “O grupo de regiões Norte/Centro-Oeste ficou estável em 65 pontos”, disse.

Em consonância com dados de melhora do emprego, componentes desta edição do INC sugerem que o brasileiro está menos pessimista quando o assunto é mercado de trabalho. Nos últimos três meses, caiu a insegurança no emprego. Em novembro de 2017, 65% dos entrevistados estavam inseguros; em dezembro, eram 62%; e em janeiro de 2018 eram 58%. Já a média de pessoas conhecidas dos entrevistados que estavam desempregadas era de 5,11 em dezembro e teve leve melhora em janeiro (5,09).

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