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Crescimento das vendas é menor do que o esperado

 

Manoel Batista de Oliveira, vice-presidente da associação comercial, surpreso com os números de Novembro, aguarda os de dezembro.

 

 

 

O vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília, Manoel Batista de Oliveira, recebeu com surpresa o resultado da divulgação de pesquisa desenvolvida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) esta semana, sobre o aumento de, apenas, 0,6% nas vendas do varejo em novembro de 2019, comparado ao mês anterior. “Foi bom, mas abaixo da expectativa do que todos esperavam”, disse o dirigente mariliense ao verificar a frustração generalizada. “Os números vieram um pouco abaixo do esperado”, disse Marcel Solimeo, economista da Associação Comercial de São Paulo. “Mas o importante é que os dados continuam positivos, o que indica uma recuperação da economia, embora mais lenta do que imaginávamos”, afirmou o dirigente paulistano que espera número mais positivo para dezembro. “O importante é crescer. Não podemos é encolher”, defende Manoel Batista de Oliveira.

O setor acumulou avanço de 1,7% entre janeiro e novembro de 2019, em relação a igual período do ano anterior, a oitava taxa positiva seguida. Na comparação com novembro de 2018, o varejo cresceu 2,9%. “Isso já é mais animador”, mostrou o vice-presidente da diretoria de Marília que resumiu o ano de 2019 como “bem melhor do que 2018”, apesar de que não tenha sido “aquela maravilha”. “Foi melhor, mas não foi fácil”, disse o comerciante da Zona Sul de Marília que está bem esperançoso com o ano de 2020, acreditando ser melhor que 2019. “Pior que 2018 qualquer ano não será”, disse ao considerar aquele ano como sendo o pior de todos, em virtude das incertezas políticas e econômicas.

A grande expectativa de Novembro é sempre quanto as vendas da “Black Friday”. A cada ano o volume de vendas neste período vem crescendo, porém, os números da economia de 2019 são preocupantes. A “Black Friday”, embora tenha ajudado em alguns setores, ainda precisa ser mais abrangente para se tornar realmente um fator determinante para o mercado de maneira geral, de acordo com a opinião do economista paulistano. “O evento tem crescido bastante, embora não tenha grande impacto no movimento geral, uma vez que não inclui veículos, combustíveis e material de construção, por exemplo”, analisa Marcel Solimeo, que é acompanhado por Manoel Batista de Oliveira. “É pouco tempo e alguns segmentos do comércio, e não o comércio todo”, disse o dirigente mariliense.

Apesar dos números não serem os esperados, para Marcel Solimeo, o momento é propício para uma melhora no cenário no curto prazo. “A liberação do crédito do FGTS e a evolução do emprego, entre outros fatores, são indicativos de que as coisas estão no rumo certo. E logo o resultado vai aparecer”, finaliza o economista que aguarda os índices de Dezembro. “Também acredito que o mês de Dezembro será melhor, pois, tivemos um bom Natal, porém, volume de pessoas é uma coisa e volume de vendas é outra”, disse o experiente comerciante mariliense.

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