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Crescimento de 2% em 2017 surpreende dirigente da Acim

Adriano Luiz Martins, presidente da Acim, fala sobre a boa performance do comércio varejista em 2017

O presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Adriano Luiz Martins mostrou-se surpreso com a divulgação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que aponta o varejo nacional surpreendendo de forma positiva com alta de 2% na temporada passada. “Apesar das dificuldades no ano passado com os escândalos políticos que afetaram diretamente a economia, ainda assim nos saímos bem”, festejou o dirigente mariliense que considerou o ano de 2016 como o pior de todos. “Igual a 2016, jamais”, torce o presidente da associação comercial local festejando os 2% positivo de crescimento do comércio varejista em 2017.

Para o presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alencar Burti, o comércio varejista sempre se supera nas dificuldades. “A alta de 2% em 2017, no varejo restrito, surpreendeu de forma positiva, superando ligeiramente minha expectativa, que era de aumento de 1,5%”, disse o dirigente paulista. “É um resultado para ser comemorado”, reforça. “Contudo, não podemos nos esquecer de que esse desempenho não supera as perdas dos últimos dois anos, quando o varejo caiu mais de 10%”, analisa o presidente da federação entre as associações comerciais paulistas.

De acordo com o presidente da Acim sempre que é preciso o comércio se supera, pois, não existe saída para o setor. “Em 2016 acho que chegamos perto do fim do poço”, lamentou. “O comércio varejista precisou se reinventar e em 2017 já houve o saldo positivo”, comentou ao considerar que em 2018 será bem melhor. “O pessoal está mais animado com a elevação do poder de compra do consumidor que vem se fortalecendo de forma tímida, mas crescendo”, disse o presidente da associação comercial mariliense que tem conversado com outros lojistas e sentido uma expectativa melhor para 2018. “Dizem que o País começa depois do Carnaval, então vamos esperar que isso efetivamente aconteça”, planeja.

BLACK FRIDAY – Em relação às vendas de dezembro, que cresceram 3,3% sobre o mesmo mês do ano anterior, o superintendente institucional da Associação Comercial de São Paulo, Marcel Solimeo destaca que é consequência da introdução da Black Friday no calendário varejista. “A Black Friday mudou definitivamente a sazonalidade do comércio no fim de ano”, defende o dirigente paulistano. “Dezembro costuma ser o mês mais forte para o setor, mas cresceu menos do que em novembro, quando as vendas subiram 6% na mesma base de comparação”, comparou. “A Black Friday redesenhou ― aparentemente de maneira irreversível ― a sazonalidade do varejo no último trimestre do ano”, opina o estudioso.

O superintendente acrescenta que a Black Friday não é necessariamente um problema para as vendas de Natal. “Para o varejo, o que interessa é vender”, disse. “A Black Friday vem antecipando vendas do Natal, fazendo com que ele seja mais fraco”, opinou. “Mas não houve prejuízos, e isso é importante ressaltar”, acrescenta o diretor da ACSP que vem acompanhando os índices econômicos. “Para o comércio é importante manter um nível de vendas elevado e constante”, fala Adriano Luiz Martins que sempre foi favorável ao Black Friday e também concorda que a campanha já se fixou no calendário promocional do comércio em geral. “É preciso inclui-la nas atividades comerciais”, sugere o dirigente mariliense.

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