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Decreto foi inevitável, diz Associação Comercia

A primeira discussão sobre a necessidade do decreto para o fechamento do comércio em geral

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília, Adriano Luiz Martins, considerou como inevitável o Decreto Municipal 12.976 de 20 de Março de 2020 assinado no último dia 20, em que o chefe do Poder Executivo decreta estado de calamidade pública no município de Marília, como medida de enfrentamento da pandemia decorrente do novo Covid-19 (Coronavirus) e dá outras providências. “Foram discutidas, analisadas e avaliadas inúmeras alternativas, mas todas elas culminavam no fechamento geral que se evitava”, lamentou o dirigente que insistia na paralisação parcial como forma de enfrentar a situação sem o fechamento dos estabelecimentos comerciais. “O medo é grande, as incertezas são enormes e a preocupação é eminente”, disse o dirigente mariliense que vê com preocupação econômica as medidas necessárias serem tomadas.

No último dia 19 o presidente da associação comercial esteve o dia todo reunido com autoridades jurídicas, técnicas e políticas, buscando alternativas no sentido de se evitar o fechamento generalizado. “Serão 15 dias que repercutirão muitos dias para recuperação econômica”, projeta o dirigente que por falta de informações exatas da administração pública em geral, não tem subsídios de como orientar os empresários quanto aos compromissos trabalhistas e tributários. “Ainda é tudo muito novo e acredito que na medidas que os dias forem avançando teremos orientação neste sentido”, acredita o dirigente mariliense que esteve reunido várias e muitas vezes com o Prefeito Daniel Alonso para discutir o assunto com outros segmentos da sociedade. “Todos sabiam que o fechamento não era a melhor alternativa econômica”, falou ao se preocupar também com a questão da saúde pública. “É preciso pensar no conjunto do problema e não de forma específica”, opinou.

Não querendo entrar no mérito dos segmentos que foram liberados, Adriano Luiz Martins defende o pensamento de que agora o trabalho é da população para que o período seja menor que os 15 dias decretados, que podem ser suspensos a qualquer momento. “Quanto mais o tempo passa, maiores serão os problemas econômicos no futuro”, prevê o dirigente mariliense ao observar a paralisação de atividades como: transporte público, comércio varejista, restaurante, hotéis, bares e lanchonetes, atividades religiosas, e qualquer outra atividade privada ou pública, como algo inédito na história da cidade. “Algo novo que precisaremos aprender a lidar com tudo isso”, disse em tom de indagação, respeitando as atividades consideradas essenciais que foram mantidas. “Haverá um transtorno quanto ao transporte desse pessoal, que será adequado de acordo com a necessidade”, acredita.

Num primeiro momento férias coletivas e licenças prêmios são as alternativas de momento do empresariado, segundo Adriano Luiz Martins. “Muitas empresas terão que repensar o modelo de gestão para se preparar melhor, afinal, algo compulsório e repentino aconteceu em que a empresa tem que superar”, disse o dirigente de Marília que tem conversado com outros empresários de Marília e região sobre o assunto. “O comportamento geral do País e do Mundo vai ditar o ritmo dos próximos acontecimentos”, acredita o presidente da associação comercial, apontando para a informação o melhor remédio para encontrar a solução do problema.

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