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Demanda reprimida atrai consumidores para as lojas

Movimento nas ruas da cidade de Marília chama atenção, porém, era esperado, segundo a associação comercial

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília, Adriano Luiz Martins, considerou como esperado o grande número de consumidores entre as lojas da cidade, com a reabertura do varejo, após 70 dias de fechamento obrigatório, através de Decreto Estadual. “Muitas pessoas aproveitaram o primeiro dia para colocarem as contas em dia e a compra de necessidades emergenciais”, justificou o dirigente mariliense que esteve circulando pelas principais ruas do centro comercial da cidade e observou um número anormal de pessoas circulando entre as lojas, principalmente, na formação de filas para pagamento de carnês. “Não acredito que isso se mantenha nos próximos dias”, imagina o presidente da associação comercial que já aguardava esse tipo de comportamento. “O importante são os cuidados necessários para o atendimento público”, frisou.

O centro comercial da cidade de Marília teve movimento intenso logo nas primeiras horas da última segunda-feira (01), após publicação no Diário Oficial da última sexta-feira (29), na edição de número 2.697, em que a Lei Municipal de número 8.543 estabelece normas para a reabertura do varejo mariliense durante a quarentena estabelecida pelo Governo do Estado de São Paulo. Esse movimento intenso de pessoas e automóveis entre as ruas dos principais corredores comerciais da cidade, com maior intensidade no centro comercial, chamou a atenção de muitas pessoas. “Com uma demanda reprimida de tanto tempo, era de se esperar que muitos saíssem de casa logo no primeiro dia”, comentou Adriano Luiz Martins ao conversar com vários comerciantes, que também são da opinião que o movimento cairá com os próximos dias. “Ainda precisamos de tempo de adaptação entre comerciantes, comerciários e consumidores”, disse Adriano Luiz Martins.

Para o superintendente da associação comercial, José Augusto Gomes, os comerciantes e comerciários devem ser vigilantes quanto a segurança de todos dentro da loja. De acordo com o dirigente mariliense é preciso respeitar “na risca” o que determina a lei, quanto ao distanciamento e a higienização. “Um deve vigiar o outro e todos vigiam todos”, falou ao pedir a colaboração de comerciantes e comerciários para que fiscalizem a forma correta e importante do uso das máscaras faciais, a presença do álcool em gel, as proteções dentro da loja, e a mudança de comportamento no atendimento. “A vigilância é bom para todos”, ressaltou José Augusto Gomes que pede aos interessados que se informem no portal da associação comercial (www.acim.org.br) sobre os cuidados necessários e que contemplam a Lei Municipal. “Deixar de atender ou chamar a atenção de um consumidor descuidado, não perde cliente e sim ganha respeito da maioria”, falou ao apoiar atitude de proteção.

As lojas do comércio da cidade de Marília estarão funcionando de segunda a sexta-feira, das 10 as 16 horas em turno único. Aos sábados serão das 9 as 13 horas, com duas horas semanais que exigirão combinação entre empregadores e empregados, com troca através de folgas. “Esse período evita aglomerações com os trabalhadores industriais, que encontram mais dificuldades na mudança dos turnos”, justificou Adriano Luiz Martins que considera este comportamento com o mais adequado por enquanto. “Futuramente vamos avaliar, e havendo a diminuição dos contágios podemos avançar mais na flexibilização”, disse o presidente da associação comercial que está acompanhando o desempenho das lojas no varejo em toda a região centro-oeste paulista. “Cada cidade vive uma realidade e por isso os comportamentos são diferentes”, comentou o dirigente de Marília.

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