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Dirigente alerta para abastecimento do SCPC

José Augusto Gomes, superintendente da associação comercial, fala sobre a importância do registro de dívidas

O superintendente da Associação Comercial e Industrial de Marília, José Augusto Gomes, ao verificar queda no número de incluídos e excluídos do banco de dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) da entidade associativa, fez o alerta aos comerciantes em geral para que o abastecimento de dados no sistema de proteção contra a inadimplência no varejo ampliado seja maior e melhor para a garantia das vendas dos próprios lojistas. “Quem alimenta o sistema é o comerciante”, alertou o dirigente ao constar queda de 17,19% nas inclusões e outra queda de 1,75% nas inclusões de CPF’s do sistema de consultas do varejo nas vendas a prazo. “Isso quer dizer que as dívidas não estão sendo registradas, deixando os comerciantes vulneráveis a inadimplência”, alertou o dirigente da associação comercial de Marília.

De acordo com José Augusto Gomes toda e qualquer dívida no comércio mariliense deve ser registrada no banco de dados do SCPC da associação comercial. Com esse registro o devedor passa a ter restrição de compras no crediário em qualquer loja do Brasil, sendo uma forma simples de fazê-lo quitar o débito assim que possível. “Quando não se faz o registro, esse devedor sente-se a vontade em fazer mais dívidas em outras lojas”, comentou o superintendente da associação comercial ao lembrar que o registro é uma “arma” de proteção entre os comerciantes que adquiriram o hábito de consultar o sistema do SCPC antes de aprovar a venda pelo crediário, que segundo ele, deveria ser uma norma obrigatória. “Ao consultar o sistema a possibilidade de vender e não receber é mínima”, garante o dirigente da associação comercial mariliense.

Segundo os dados do SCPC da associação comercial de Marília, foram realizadas nos sete primeiros meses deste ano 11.207 registros de CPF’s de consumidores que não quitaram dívidas nas lojas da cidade. São 2.326 CPF’s a menos do que em 2018 que assinalou 13.533 CPF’s em igual período do ano passado, o que representa 17,19% de diferença a menos. “Certamente estamos mais vulneráveis do que no ano passado”, acredita Adriano Luiz Martins, presidente da associação comercial mariliense que não enxerga numa elevação no número de pessoas que liquidaram dívidas e saíram do sistema, de acordo com os números apresentados, que mostram queda neste sentido de 1,75%. Nos sete meses de 2018 foram excluídos do sistema 9.106 pessoas, diante das 7.100 pessoas deste ano. “Por isso todo cuidado é pouco ao vender pelo crediário”, alertou Adriano Luiz Martins ao sugerir aos comerciantes que registrem os débitos existentes na loja para que o comércio em geral fique protegido e a inadimplência do varejo mariliense não cresça. “Assim todos estarão protegidos”, ensinou.

O sistema do SCPC da associação comercial é o mais completo, rápido e abrangente existente no mercado. Uma vez registrado a pessoa passa a ter restrição em qualquer loja do Brasil em segundos, e o acesso pode ser via telefone fixo, celular, internet e através de atendente, ou aplicativo móvel, a qualquer momento do dia em frações de segundos. “A proteção é algo que precisamos ter no comércio, pois, corremos muito risco desnecessário”, disse José Augusto Gomes ao mostrar a possibilidade de se evitar perdas desnecessárias. “Quando vendemos e não recebemos, o comerciante é o que mais perde”, enfatizou Adriano Luiz Martins que não vê cabimento em continuar perdendo e deixar que outros percam também. “Ao registrar a chance de perder menos aumenta”, acredita o dirigente ao sugerir o registro e a consulta de maneira automática. “Um hábito que precisa ser adquirido dentro da empresa”, frisou.

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