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Dirigente alerta para o pequeno empresário

Manoel Batista de Oliveira, vice-presidente da associação comercial, preocupado com o pequenino empresário

O vice-presidente da diretoria da Associação Comercial e Industrial de Marília, Manoel Batista de Oliveira, considerou importantes e oportunas as prorrogações das cobranças municipais, diante da pandemia do Covid-19 que está afetando diretamente o comércio varejista, e por consequência as arrecadações de impostos. “Nesse momento é preciso ter bom senso”, disse o dirigente ao elogiar os esforços da Prefeitura de Marília, porém, o anúncio feito sobre a prorrogação do prazo do pagamento do IPTU e taxas, demorou. “Muitos comerciantes, por não saberem, pagaram as taxas no dia 31”, falou ao lembrar do anúncio feito somente no dia primeiro de Abril, por volta das 11 horas. “Muitos vencimentos eram para o dia 31, que agora foram prorrogados”, falou ao conversar com alguns empresários sobre o assunto, e lamentar a demora da ação municipal que é benéfica.

De acordo com Manoel Batista de Oliveira o “Alvará de Funcionamento” é um dos documentos prioritários para o lojista e o vencimento era dia 31. “Neste momento em que o planejamento financeiro é fundamental para a sobrevivência da empresa, o anúncio da prorrogação deveria ser antes do vencimento”, disse o dirigente que reconhece o esforço do Poder Público Municipal em acomodar a situação. “É algo inesperado, sem precedentes e certamente o atraso do anúncio se deve ao clima de improvisação que todos estão vivendo”, opinou ao lembrar que muitos municípios e até o Governo do Estado de São Paulo fizeram o anúncio da prorrogação antes do final do mês. “O importante é que outra parcela do empresariado será beneficiada com a prorrogação anunciada”, disse.

Manoel Batista de Oliveira lembra que apesar da prorrogação, o empresário terá que ter o dinheiro para pagar as taxas municipais futuramente. “Não houve isenção e sim prorrogação”, alertou ao lembrar que no mês de Julho, os empresários terão que pagar duas taxas de alvará de funcionamento, por exemplo. “Será cobrança dobrada”, alertou ao ratificar a importância do planejamento financeiro neste momento delicado que o varejo atravessa. As cobranças de: Alvará, ISS, IPTU, Daem e taxa dos feirantes, foram “prorrogadas” e não isentas. “O lojista e o munícipe devem se programar direito para não ter problemas financeiros no futuro”, alertou o vice-presidente da diretoria da associação comercial ao acompanhar o anúncio feito pelo Prefeito de Marília e elogia-lo.

A sugestão do dirigente mariliense é que o comerciante crie uma planilha e faça os cálculos e atualizações diariamente. “Mais do que nunca é preciso colocar tudo na ponta do lápis para evitar perdas, desperdícios e se possível alongar os pagamentos, de forma a diluir ao mês, que seria o ideal”, comentou o dirigente que mostra-se preocupado com o pequeno e micro empresário. “Esses serão os que mais podem ter dificuldades, por terem dificuldades no acesso a crédito, por trabalharem com margem bem reduzida e por dependerem da presença dos clientes”, falou ao sugerir ações governamentais para essa classe de empresários que não é pequena. “É preciso fazer algo direcionado apenas para os comerciantes de bairro, das lojinhas bem pequenas, das empresas familiares”, defendeu o vice-presidente da diretoria da associação comercial local.

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