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Dirigente da Acim acredita em crescimento de 4,6%

Carlos Francisco Bittencourt Jorge, secretário da Diretoria Executiva da Acim

O secretário da diretoria executiva da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Carlos Francisco Bittencourt Jorge, acredita que o comércio varejista deve apresentar crescimento no mês de junho na ordem de 4,6%, ao analisar recentes pesquisas desenvolvidas pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que dita a tendência em geral dos comportamentos de consumidores e comerciantes no Brasil, por ter o comércio mais forte entre as capitais brasileiras. “O crescimento deverá ser de 4,6% nas vendas, no período de 12 meses terminados em junho de 2018”, disse o dirigente mariliense ao se basear num amplo estudo realizado pela entidade paulistana.

Para o presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alencar Burti, a economia brasileira vem crescendo e surpreendendo, apesar de todos os obstáculos políticos ocasionados. “Ao longo deste primeiro semestre, o ritmo de recuperação do setor será intensificado, refletindo a melhora do poder aquisitivo das famílias ― dado que a inflação está mais baixa ―, a recuperação do emprego e a maior disponibilidade de crédito”, analisa o dirigente paulista e paulistano, que preside as duas mais importantes entidades de classe do comércio varejista.

Na variação acumulada em 12 meses o varejo avançou 2,4% em janeiro e 2,8% em fevereiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Esses dados são animadores, apesar de que nem sempre na prática isso tem reflexo imediato”, comentou o secretário da diretoria executiva da Acim. A projeção da ACSP aponta aumentos de 3,9% em março, 4,1% em abril e 4,5% em maio. A variação em 12 meses elimina reflexos do chamado efeito-calendário, como feriados e quantidade de dias úteis. “Dia das Mães e Dia dos Namorados certamente influenciam no comportamento do consumidor que tende a investir mais no comércio”, comentou Carlos Francisco Bittencourt Jorge.

Na avaliação do presidente da ACSP e da Facesp, Alencar Burti, “o período pré-eleitoral tende a influenciar menos o consumo das famílias em 2018; a questão política influencia mais o humor do empresariado”. De acordo com o líder entre os empreendedores varejistas, essas duas tendências são perigosas, pois, afetam diretamente no comportamento do comércio em geral que é sensível aos escândalos políticos e sociais, em razão de mexer com o humor das bolsas de valores e da desconfiança empresarial. Ele lembra que a base fraca de comparação ajuda para a estimativa positiva de alta de 4,6% em junho, já que no mesmo mês do ano passado o comércio nacional caiu 3%. “O ano de 2016 foi terrível”, recordou.

A projeção tem como base indicadores antecedentes construídos pelo Instituto de Economia da ACSP a partir de dados do IBGE e do Índice Nacional de Confiança/ACSP. “Esse trabalho contempla o varejo restrito, ou seja, sem considerar, portanto, as vendas de automóveis e materiais de construção”, lembrou Carlos Francisco Bittencourt Jorge que vem acompanhando as últimas pesquisas realizadas e observa crescimento lento que ainda não se percebe nas vendas e nos resultados dos lojistas. “Será mais fácil enxergar quando for realizado um balanço geral”, acredita o dirigente.

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