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Dirigente da Acim celebra elevação do Varejo

Adriano Luiz Martins, presidente da Acim, animado com as expectativas positivas para o varejo em 2018

O presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Adriano Luiz Martins, considerou como positiva a elevação de 2,6% no mês passado e 2,8% no acumulado janeiro-Agosto da performance do comércio varejista, segundo o Balanço de Vendas/ACSP, com o resultado de agosto sendo puxado pelo sistema a prazo (5,9%), e tendo as vendas à vista com queda de caíram 0,7% no mês. “Isso quer dizer que o comércio varejista está em elevação, no início do principal período de vendas, que é o segundo semestre que se encerra com o Natal”, festejou o dirigente mariliense ao tomar conhecimento dos índices positivos divulgados pela pesquisa desenvolvida pela Associação Comercial de São Paulo que aponta a tendência do varejo no Brasil, devido a maior concentração de consumidores e lojistas.

O crescimento do varejo paulistano teve uma média 2,6% em agosto na comparação com o mesmo período de 2017, segundo a pesquisa. O resultado foi puxado pelo sistema a prazo (5,9%), “beneficiado pela queda dos juros e pelo alongamento dos prazos, que estimulam a compra parcelada de produtos de maior valor (duráveis e semiduráveis)”, explica Marcel Solimeo, economista da ACSP. “De forma geral, em 2018, as vendas parceladas têm tido performance melhor por conta do corte progressivo na taxa Selic. Contudo, o efeito dos juros vem perdendo força”. Outro aspecto apresentado pelo presidente da Acim, foi quanto a estabilidade no comércio. “Não tivemos nenhum susto, nenhuma surpresa ou qualquer escândalo que pudesse afetar o desempenho do comércio”, falou Adriano Luiz Martins.

O sistema à vista caiu 0,7%, resultado do inverno irregular: as baixas temperaturas na primeira metade de agosto não persistiram na segunda quinzena, o que prejudicou o desempenho de roupas e calçados da moda outono-inverno. O economista paulistano acrescenta que a confiança do consumidor está estagnada em patamar baixo e o brasileiro está cauteloso diante da incerteza eleitoral. “A expectativa é de que nos três últimos meses do ano, a depender das circunstâncias, o varejo reaja, para fechar 2018 com crescimento acima dos 3%”, planeja Marcel Solimeo. “E dependendo do resultado eleitoral a expectativa pode ser alta ou baixa”, acrescentou o presidente da associação comercial mariliense.

De janeiro a agosto, o movimento de vendas do comércio da capital registrou alta média de 2,8%, puxada pelo sistema a prazo (7,2%), ajudado pela combinação de juros mais baixos e prazos maiores. Na contramão, as comercializações à vista caíram 1,7%, refletindo o inverno pouco consistente no decorrer dos últimos meses. Frente a julho, o movimento do comércio cresceu em média 4,4% em SP. As vendas à vista subiram 8,8%, pelo efeito sazonal do Dia dos Pais. Por outro lado, o sistema a prazo ficou estável em agosto (0%) sobre julho.

Adriano Luiz Martins considera válido o estudo realizado, pois, a capital paulista serve de parâmetro para as demais regiões do Pais, inclusive Marília, para esta análise econômica. “O Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo é elaborado pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal, com amostra fornecida pela Boa Vista SCPC”, qualificou a pesquisa o dirigente mariliense que confia nos dados. “A partir deste estudo, penso que o lojista em geral deve se planejar e se preparar para as vendas deste último quadrimestre”, recomendou o presidente da associação comercial de Marília que pretende lançar em breve uma campanha promocional para o mês de Setembro e Outubro e outra para Novembro e Dezembro.

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