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Dirigente da Acim é moderador em painel

Painel econômico sobre o Cadastro Positivo foi conduzido pelo presidente Libânio Victor Nunes de Oliveira, de Marília

O presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Libânio Victor Nunes de Oliveira foi moderador em um dos painéis econômicos realizados no 18º Congresso Estadual da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), realizado semana passada na cidade de Atibaia, quando dirigentes de associações comerciais paulistas estiveram reunidos durantes três dias discutindo questões: local, estadual e nacional. “Foi um evento muito importante em que a inovação era o tema principal”, disse o dirigente mariliense que esteve acompanhado de diretores e conselheiros da Acim. “O congresso em si discutiu temas interessantes, principalmente quanto a sustentabilidade das associações comerciais”, acrescentou.

No painel em que debateu: “Efeitos econômicos do Cadastro Positivo”, com Claudia Viegas, da LCA Consultorias, durante aproximadamente uma hora na tarde de quinta-feira, Libânio Victor Nunes de Oliveira foi um dos vice presidentes da Facesp que intermediou o debate. “O assunto é bem complexo e inovador”, admitiu o dirigente mariliense. “A economia passa por instabilidade e o Cadastro Positivo ainda é algo novo para entender, praticar e explicar”, falou ao se surpreender com a qualidade da exposição, rica em detalhes econômicos e muito bem explicada pela convidada que demonstrou muito conhecimento sobre o assunto. “Foi esclarecedor e uma das novidades que trago do evento em geral”, frisou Libânio Victor Nunes de Oliveira que já vem desenvolvendo algo neste sentido, dentro da associação comercial de Marília.

Ao apresentar o tema, Claudia Viega, fez uma exposição minuciosa sobre os indicativos econômicos. “O Brasil tem urgência em ganhar produtividade e competitividade para o crescimento econômico continuado”, defendeu a especialista. “Num ambiente institucional estável, capaz de direcionar adequadamente os esforços e otimizar a aplicação de recursos, é possível crescer”, apontou. “A redução de custos regulatórios e tributários são fundamentais neste processo”, reforçou Claudia Viegas ao apontar gráficos sobre a retomada do mercado formal e outros parâmetros econômicos importantes para perceber a necessidade do Cadastro Positivo que é utilizado na maioria dos países. Menos no Brasil.

De acordo com a consultora o Cadastro Positivo traria a queda da inadimplência em 45%, redução permanente de 1,15p.p na taxa básica de juros, e crescimento do PB em +0,54 p.p. ao ano, em média. “O Cadastro Positivo favoreceria o acesso ao crédito a bons pagadores até então alijados do mercado”, opinou a especialista. “A utilização do cadastro positivo no Brasil de forma ampla tem potencial para reduzir o spread bancário em até 4,05p.p.”, insistiu ao ser conduzida para os debates que foram intensos, em virtude de ser um assunto inovador e de grande interesse das associações comerciais paulista. “Da mesma forma eficiente que trabalhamos com o Cadastro Negativo, devemos investir tempo e conhecimento, para desenvolver sistemas que favoreçam o Cadastro Positivo que me parece ser mais prático, rentável e melhor para todos”, opinou Libânio Victor Nunes de Oliveira satisfeito em conduzir o painel econômico no Congresso Estadual.

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