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Dirigente lamenta retrocesso e intensifica alerta

José Augusto Gomes sugere vigilância de todos contra aqueles que não respeitam as normas de proteção

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília, Adriano Luiz Martins, lamentou muito o retrocesso na classificação da cidade da fase amarela para a fase laranja, dentro do Plano São Paulo de combate a pandemia da Covid-19. De acordo com o dirigente mariliense o varejo local vivia o entusiasmo de abrir no período de oito horas, e agora terá que continuar com as quatro horas seguidas, das 10 as 14 horas durante a semana e das 9 as 13 horas no sábado. “Pior foi para os bares, restaurantes, academias e salões de beleza que voltam a fechar”, lamentou o presidente da associação comercial local, que chegou a festejar durante a semana a conquista da extensão do horário para os municípios que estiverem na fase amarela. “Não imaginava esse retrocesso neste momento”, disse em tom de lamentação, diante da situação bem delicada em que se encontram muitos lojistas.

Para Adriano Luiz Martins o fatos dos três hospitais da cidade: Hospital das Clínicas, Santa Casa e Hospital Beneficente, estarem com quase lotação máxima, o alerta passa a ser mais intenso. “Precisamos aumentar o grau de atenção quanto a utilização das máscaras faciais, a higienização pessoal e o distanciamento individual”, disse o presidente da associação comercial que chegou a produzir material informativo neste sentido e distribuído entre os lojistas, que poderiam utilizar como instrução para os consumidores. “O comércio tem feito um grande esforço neste sentido, mas pelo que se tem notícias, o relaxamento está sendo nas aglomerações em locais e horários proibidos”, reclamou o dirigente que defende o varejo quanto aos perigos da contaminação. “Posso garantir que não está no comércio o maior problema das aglomerações e do contágio”, enfatizou ao lembrar que mesmo não sendo no varejo a causa maior, é o lojista em geral que está sendo mais penalizado.

Dentro desta preocupação a sugestão do presidente da associação comercial mariliense é de que a Prefeitura de Marília reforce e aumente o processo de fiscalização. “A população deve ajudar denunciando pessoas e locais que não estão respeitando as medidas de segurança e proteção, principalmente em regiões periféricos da cidade e nas noites e madrugadas”, falou ao enfatizar que nesta pandemia todos precisam se envolver. “Não adianta o comércio se preocupar e agir de forma intensa, se outros setores da cidade não fizerem o mesmo”, falou ao dizer que por causa de alguns que não respeitam as leis, toda a cidade está sendo penalizada. “Passou da hora da população em geral não ser mais contundente e ajudar na fiscalização, denunciando quem está prejudicando a economia da cidade”, reclamou. “É preciso compreender que todos estão envolvidos nisso, ou seja, quando a cidade avança todos ganham e quando a cidade retrocede todos perdem”, opinou ao pedir uma maior participação da população na vigilância quanto as orientações de proteção e denunciar sempre que notar alguém ou algo errados.

Para o superintendente da Associação Comercial e Industrial de Marília, José Augusto Gomes, quem quiser fazer uma denúncia sobre a falta de respeito as normas de proteção, deve entrar em contato com a Vigilância Sanitária Municipal de Marília, através do número telefônico (14) 3402-6500. “Os fiscais vão averiguar a informação e havendo a possibilidade de respaldo policial, todo um procedimento é respeitado para efetuar o flagrante”, explicou o dirigente ao sugerir que a população colabore na vigilância das normas de combate a pandemia.

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