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Lojas fecham na terça-feira e abrem na quarta ao meio dia

Adriano Luiz Martins, presidente da associação comercial, acredita em elevação nas vendas no mês de fevereiro

Apesar de não ser feriado oficial na terça-feira de Carnaval, as lojas do comércio de Marília estarão fechadas no próximo dia 25, reabrindo as portas no dia seguinte, quarta-feira, a partir do meio dia. “Uma tradição de muitos anos que se respeita, em virtude dos costumes”, justificou o presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília, Adriano Luiz Martins, ao fazer o alerta referente às lojas da cidade, exceto as que estão localizadas nos shoppings que utilizam legislação diferenciada. “O nosso calendário já contempla o fechamento na terça-feira e o funcionamento a partir do meio período do dia seguinte, com a quarta-feira de cinzas, feriado religioso”, disse o dirigente ao divulgar com antecedência a abertura especial do varejo mariliense. “A decisão foi feita no ano passado”, lembra.

De acordo com o dirigente de Marília o Carnaval não é um dos principais atrativos do comércio em geral, em cidades sem a tradição carnavalesca, como é o caso de Marília. Assim sendo, a expectativa de vendas no varejo local, acompanha a tendência da maioria com expectativa de elevação na vendas de no máximo 3%. “Esse é um índice padrão”, apontou Adriano Luiz Martins ao acreditar que sempre há aumento de vendas quando existe alteração no horário habitual do comércio. “O mês de Fevereiro ainda tem um complicador, por ter menos dias úteis que o normal”, disse animado, ao contar os 18 dias úteis completos, dois sábados especiais, e quatro dias com meio período de funcionamento. “E se mesmo assim houver crescimento nas vendas, por causa do Carnaval, é considerado um excelente mês para as vendas”, defendeu ao ter como tema nas campanhas promocionais a “Volta as aulas”, ao invés do Carnaval.

Para Adriano Luiz Martins o investimento na mídia em geral da associação comercial no mês de Fevereiro foi quanto a volta às aulas. “Envolvem mais segmentos comerciais, exige uma procura mais volumosa e causa um maior fluxo de pessoas entre as ruas, shoppings e galerias”, defendeu o dirigente ao enxergar no Carnaval um apelo menor e mais segmentado. “Não são tomos que investem no Carnaval, e muitos ainda viajam”, disse ao acreditar em números positivos para o varejo de Marília.

Outro parâmetro animador para o presidente da associação comercial local é de na primeira quinzena de fevereiro, o movimento de vendas do comércio paulistano registrou alta média de 2,3% diante igual período de 2019, segundo o Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). “Isso serve de base para todo o Brasil”, disse ao acreditar que com maior propensão do consumidor à compra de eletro portáteis típicos dos meses de verão, como ventiladores, secadores de cabelo e até fritadeiras e sanduicheiras elétricas, as vendas a prazo cresceram 4,1% no período. “São bens duráveis de menor valor, mas que podem ser parcelados em duas ou até três vezes”, afirma Emílio Alfieri, economista da ACSP ao avaliar a pesquisa. Já as vendas à vista, em geral de itens de vestuário, calçados, artigos de farmácia e adereços para o carnaval, cresceram menos (0,5%) na comparação com os primeiros 15 dias de fevereiro do ano passado.

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