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PEDÁGIO – Acim promove encontro de lideranças na sexta-feira

Adriano Luiz Martins, presidente da Acim, quer discutir a questão do pedágio de forma ampla e prática

Visando uma ampla discussão sobre a possibilidade da implantação de praças de pedágios na região de Marília, a Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, promove na próxima sexta-feira, dia 08, as 10 horas, na sede da entidade, um encontro de lideranças regional no sentido de se compreender a questão apresentada pelo Governo do Estado de São Paulo. “Muitas informações desencontradas após o anúncio feito e precisamos medir as consequências disso tudo”, falou o presidente da associação comercial local, Adriano Luiz Martins, que vem conversando com diversos lideres da comunidade e resolveu marcar o encontro para breve. “É importante que todos se manifestem, que coloquem a questão e quem saber decidirmos uma posição a ser tomada de forma coletiva”, comentou o dirigente da Acim que já encaminhou convite para várias lideranças local e regional.

De acordo com a proposta do Governo do Estado de São Paulo seriam duas praças de pedágios entre as cidades de Marília e Bauru. Uma delas já está pré indicada no quilômetro 362 da SP 294 e outra entre as cidades de Jafa e Vera Cruz, no quilômetro 428. Outras quatro seriam construídas entre Marília e Panorama, perto das cidades de: Paulópolis, Tupã, Lucélia e Tupi Paulista. Fazem parte do projeto obras que incluem três áreas de contorno em cidades como: Pompeia e Paulópolis. O valor a ser cobrado seria entorno de R$ 8,60 por automóvel num pedágio na cidade de Vera Cruz, que atenderia quase 60 quilômetros de extensão. “Precisamos fazer um levantamento de quanto isso vai impactar na economia regional”, disse em tom de preocupação o presidente da associação comercial mariliense.

Para Adriano Luiz Martins o problema está entre os caminhoneiros. “Para o usuário comum, talvez R$ 8,60 não seria problema grave”, disse ao observar a questão profissional. “Mas para um caminhão, mesmo que seja simples, isso vai encarecer de forma substancial, pois, são vários eixos e o valor é muito maior, por pedágio”, mostrou o dirigente onde estaria a preocupação mais grave. “Não tenho dúvidas que esse valor será repassado ao consumidor”, apontou a solução óbvia para os problemas financeiros dos principais usuários da rodovia que são os caminhões e nãos os automóveis simples. “Uma pessoa normal não usa a estrada todos os dias, exceto aqueles que estudam e trabalham em outra cidade, mas o caminhoneiro é bem diferente”, apontou Adriano Luiz Martins muito preocupado.

Outra questão levantada pelo presidente da associação comercial é quanto ao valor elevadíssimo do IPVA que contempla esse tipo de situação. “IPVA e Pedágio são a mesma cobrança duas vezes”, questionou mesmo sabendo da diversidade dos impostos, mas ao mesmo tempo resultam para o mesmo fim, que é a conservação das estradas. “Além disso, tem a questão tributária, afinal, os municípios envolvidos serão beneficiados com parte dos impostos”, lembrou o presidente da Acim que considera importante a reunião exatamente para que as lideranças da cidade tomem uma posição. “Precisamos discutir se vale a pena brigar por algo que já está definido e que será realizado, a gente concordando ou não”, questionou o dirigente mariliense preocupado com a situação e já observar essa luta em vão recentemente.

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