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PEDÁGIO – Dirigente da Acim é contra e explica as consequências

Adriano Luiz Martins, presidente da Acim e vice da Facesp, se manifesta, até pelas mídias sociais

O presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Adriano Luiz Martins, publicou nas redes sociais um manifesto como dirigente da entidade e como vice presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) contrário as sete praças de pedágios programadas pelo Governo do Estado de São Paulo a serem construídas no trecho entre as cidade de Bauru e Panorama. “A ideia não é ruim, mas a forma como está sendo feita e o exagero na quantidade de praças, causarão um problema econômico e social”, disse o dirigente que divulgou a manifestação com áudio e vídeo em uma das praças de pedágio próxima de Marília, inaugurada recentemente. “Haverá um impacto na renda familiar e no custo operacional dos produtos e serviços”, anunciou o dirigente ao acreditar na elevação mínima de 3% no gasto geral com as praças programadas próximas de Marília.

De acordo com o presidente da associação comercial mariliense, em conversa com empresários no ramo de transporte, a previsão é que haja de imediato um aumento de 3% no custo de tudo que for transportado via rodovia. “Praticamente tudo vai aumentar, além do usuário perder 3% no poder de compra em geral”, disse em tom de preocupação na conversa rápida que teve com os empresários. “Ninguém ainda colocou na ponta do lápis, mas isso pode ser bem maior, pois vai gerar um efeito cascata”, comentou ao mostrar o impacto que causará a quantidade de praças de pedágios programadas encarecendo aos caminhoneiros que pagam por muito mais eixos do que um carro comum. “O meu salário vai diminuir, da mesma forma que de todos, pois isso será corroído com esse gasto que estará embutido em tudo que transportado por caminhões”, disse alarmado.

Outra preocupação do dirigente da associação comercial de Marília, que se manifesta também como vice presidente da Facesp, é quanto aos estudantes universitários, consumidores regionais e principalmente micro e pequenos empresários que precisam circular entre uma cidade e outra para realizarem compras de insumos, estudos e negócios. “Vamos pensar em algo que tenha bom senso”, disse Adriano Luiz Martins que encaminhou carta ao Governador do Estado de São Paulo, João Doria, neste sentido. “Vamos discutir, vamos ouvir, vamos sugerir e vamos estudar o que pode ser feito para causar o mínimo de impacto possível de ambos os lados”, recomendou o dirigente mariliense que não é contra o desenvolvimento e sim a maneira forçada de impor a obrigatoriedade. “O Governador João Doria é um empresário de elevado nível, sabe negociar, tem visão e é uma pessoa de mente aberta”, opinou ao acreditar numa oportunidade em fazer com que todos sejam beneficiados.

Para Adriano Luiz Martins é preciso que haja mobilização e que todos se manifestem de forma ordeira, respeitosa, inteligente e sem prejuízo algum. “Somos seres evoluídos, civilizados e todos querem o bem comum”, frisou ao insistir num diálogo aberto, franco e com argumentos respeitosos. “Já engolimos dois pedágios, e agora virão outros, ou seja, para vir e ir de Marília será preciso pagar”, comparou. “Nossa região não é privilegiada como as demais do estado. Aqui o empresário vive com dificuldade, que poderá ser aumentada com este projeto como está”, disse em tom de preocupação, afinal, com o custo operacional elevado empresas serão desestimuladas a se fixarem na região. “É preciso pensar no presente e no futuro”, alertou.

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