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Pesquisa diz que internet atrai 84% das empresas

Adriano Luiz Martins, presidente da associação comercial, fala sobre a migração do varejo para o comércio eletrônico

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília, Adriano Luiz Martins, considerou como positivo o estudo “Visa Back to Business”, realizado pela Wakefield Research em junho de 2020 nos Estados Unidos, Brasil, Canadá, Alemanha, Hong Kong, Irlanda, Singapura e Emirados Árabes Unidos, que aponta 84% das micros e pequenas empresas brasileiras que tentaram uma nova estratégia digital para manter os negócios nos trilhos, utilizando a internet. “Foi o único caminho a ser utilizado diante da quarentena que fechou lojas e diminuiu o período de vendas”, apontou o dirigente ao verificar que esse porcentual brasileiro supera a média dos demais países, que mostra 67% das empresas adotando novos caminhos. “Foi uma descoberta meio que obrigatória”, reforçou o dirigente que criou uma plataforma de comércio eletrônico em tempo recorde para atender os associados de Marília.

Segundo Adriano Luiz Martins 50% das micros e pequenas empresas brasileiras estão migrando o próprio negócio para o canal “on-line”. Esse mesmo porcentual de empresas passou a adotar publicidade direcionada em redes sociais depois da pandemia. Outra mudança verificada pelo dirigente de Marília diretamente lidada ao coronavírus é a forma de atendimento ao público. Segundo o presidente da associação comercial de Marília a utilização do “drive thru” e do “delivery” passaram a ser mais frequentes entre os lojistas. “Este mesmo estudo constatou que 33% dos empresários passaram a oferecer “delivery”, o que até então não se usava”, destacou.

Outro ponto que cresceu em virtude do comércio eletrônico foi em relação ao meio de pagamento, que, de acordo com o estudo, 30% das empresas do país hoje aceitam pagamentos por aproximação com celulares ou cartões, por exemplo, o que até então vinha sendo pouco utilizado. Já entre os consumidores brasileiros, 43% usam pagamentos por aproximação. A maioria dos compradores do país, 78% deles, eliminou ou diminuiu o uso de dinheiro. “No comércio eletrônico a utilização dos meios de pagamento também eletrônico fazem parte da cultura, mas, mesmo assim é possível comprar em alguns lugares utilizando o dinheiro vivo na internet”, falou Adriano Luiz Martins que optou na plataforma de comércio eletrônico criado pela associação comercial (www.marilia.dakki.com.br) a variedade nas formas de pagamento como: crédito, débito, dinheiro e cobrança bancária. “Em breve queremos introduzir o cartão de benefícios”, falou.

Como atrair consumidores para os portais de compras e vendas, é a maior preocupação para 64% das empresas que estão no comércio eletrônico. A média dos países pesquisados mostra que esse é um problema de 40% dos empresários. “Estamos realizando algumas campanhas relâmpagos que surtiram bom efeito”, disse Adriano Luiz Martins que utiliza constantemente no Acim Shopping Marília, campanhas imperdíveis para atrair mais consumidores. “No mês passados já superamos a marca dos 200 mil acesso”, lembrou Adriano Luiz Martins ao dizer que no Brasil mais de metade das empresas de menor porte perdeu receita depois do início da pandemia. “Para resolver isso, estão abraçando o comércio digital e outras estratégias”, falou ao avaliar o estudo realizado.

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