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Placar supera a marca dos R$ 2 trilhões com impostos

Adriano Luiz Martins, vice presidente da Acim, comenta o recorde do Impostômetro superando a marca dos R$ 2 trilhões

Bem antes do momento e do ano terminar o “Impostômetro”, placar eletrônico que mostra a quantidade de impostos pagos pelos brasileiros de forma instantânea da Associação Comercial de São Paulo, superou a marca dos R$ 2 trilhões arrecadados pelos Governos: municipal, estadual e federal, antes do tempo previsto. “E mesmo assim existem dívidas astronômicas o que demonstra a competência horrível dos nossos governantes”, disse o vice presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Adriano Luiz Martins, ao verificar “on line”, pela internet a marca sendo superada ao vivo, e que até o final do mês deve somar mais de R$ 100 bilhões no total. “Muito dinheiro pela péssima qualidade na prestação do serviço público”, lamentou o dirigente mariliense.

Pela primeira vez o Impostômetro da ACSP registra R$ 2 trilhões, alcançada na manhã do dia 21, quinta-feira. Para até o final do ano a estimativa da Associação Comercial é de que o painel alcance R$ 2,170 trilhões pagos em tributos federais, estaduais e municipais, o que representa um aumento de 8,4% sobre na arrecadação total de 2016 que atingiu no final R$ 2,004 trilhões. “E mesmo assim a gente assiste tantos desvios e investimentos errados, com um péssimo retorno para a população de forma espantosa com pessoas sofrendo sem assistência médica, educação e segurança”, reclamou o atual vice presidente da Acim, e futuro presidente, ao assumir a entidade no próximo mês de fevereiro.

Essess números informados pelo Impostômetro são nominais, ou seja, sem descontar a inflação. “O que mais contribuiu para esse aumento de um ano para o outro foi a retomada da atividade econômica, principalmente do setor industrial, que, quando está em expansão, recolhe mais tributos”, explica Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). Ele aponta outros dois fatores para o resultado de 2017: a elevação de alíquotas no primeiro semestre deste ano e a inflação. “Quando os produtos e serviços ficam mais caros, o valor arrecadado em imposto também cresce”, explicou. “Mesmo com recuos em 2017, a inflação ainda está em patamar elevado”, argumenta o dirigente paulistano. “A mordida maior do Leão afasta a necessidade de aumentos ou recriação de impostos e reforça a urgência de se administrar melhor os gastos”, finaliza Alencar Burti.

Os números apresentados pelo Impostômetro representam o total de impostos, taxas e contribuições pagas pelos brasileiros desde o início do ano. No portal www.impostometro.com.br é possível visualizar os valores arrecadados em todos os estados e municípios, e também por período e categoria (produção, circulação, renda, propriedade). O painel foi implantado em 2005 pela Associação Comercial de São Paulo para conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos de qualidade. Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista, próximo a praça do Colégio São Bento.

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