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Próxima sexta-feira comércio abre até as 22 horas

José Augusto Gomes, superintendente da Acim, fala sobre o horário de funcionamento do comércio a noite

 

As lojas do comércio de Marília estarão abertas na próxima sexta-feira, dia 08, no período das 9 as 22 horas, conforme o calendário de abertura especial definido em assembleia geral realizada no ano passado entre os comerciantes marilienses. “O Dia dos Namorados é celebrado na terça-feira, mas os comerciantes consideraram melhor abrir na sexta-feira a noite”, justificou o presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Adriano Luiz Martins, que considera importante a assembleia de forma antecipada para que todos: comerciantes, comerciários e consumidores se preparem com antecedência. “Todos tiveram tempo de se planejar”, acredita o dirigente de Marília.

No combinado entre os lojistas o mês de Junho terá os dois sábados do mês: dias 02 e 09 com funcionamento até as 17 horas, enquanto que nos demais: dias 16, 23, e 30, o funcionamento será até as 13 horas. Nos dias úteis, apesar do Dia dos Namorados ser na terça-feira, o funcionamento no período da noite foi para sexta-feira e não na segunda-feira, por ser o início do final de semana mais convidativo. “É mais fácil manter o funcionamento tradicionalmente na sexta-feira, do que criar um novo hábito, abrindo na segunda-feira até as 22 horas”, justificou o superintendente da Acim, José Augusto Gomes, ao informar os principais veículos de comunicação e as mídias sociais, quanto ao funcionamento no período da noite.

Para Adriano Luiz Martins o Dia dos Namorados é uma importante data para o comércio varejista, perdendo no fluxo de consumidores para datas mais fortes como: Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais e Dia das Crianças. “Mas um período importante que movimenta diversos segmentos da comunidade como lojas, restaurantes, hotéis, floricultura e entretenimento em geral”, pontou o dirigente que acredita num movimento que venha a surpreender em razão dos reflexos da paralisação dos motoristas de caminhão, que desabasteceu diversos segmentos do comércio em geral. “Acredito que já esteja normalizado se não tivermos nenhuma surpresa até lá”, disse em tom de desconfiança ao lamentar os últimos acontecidos, que prejudicou sobremaneira o desempenho do comércio em geral. “O comerciante foi o que mais sofreu com tudo isso”, acredita o presidente da Acim.

De acordo com nota distribuída pela Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), resultado do PIB brasileiro, conforme divulgação feita pelo IBGE, perdeu força. “Apesar do crescimento, fica claro que a recuperação perdeu força no primeiro trimestre”, disse o presidente da federação, Alencar Burti. “Mas o preocupante mesmo é que o segundo trimestre vai ser impactado pela paralisação dos caminhoneiros, o que pode manter a atividade econômica em níveis baixos e comprometer a evolução da taxa do PIB em 2018”, completou. Burti chama a atenção para o aumento de 4% da indústria de transformação na variação interanual, puxado pela produção de móveis, eletrodomésticos, veículos e bens de capital. “O setor de serviços, por sua vez, cresceu 1,5%, sendo que o comércio (atacado e varejo) subiu 4,5% ― valor este que coincide com a alta no movimento do comércio paulistano divulgada pelo Balanço de Vendas da ACSP no mesmo período”, destaca o presidente da ACSP e da Facesp.

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