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Registro de dívida evita calote e golpes, diz Acim

José Augusto Gomes e Adriano Luiz Martins falam sobre o hábito de registrar dívidas no SCPC da Acim

A queda no número de devedores registrados e excluídos no banco de dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) da Associação Comercial e Industrial de Marília chamou a atenção da diretoria da entidade, no sentido de que os comerciantes associados que acessam as informações devem se preocupar em registrar aqueles que devem e excluir aqueles que liquidam o débito. “O usuário precisa ter a consciência de que não existe outra ferramenta que protege o lojista de ser vítima de um calote ou de um golpe, se não houver registro daqueles que aplicam esses tipos de comportamentos no varejo em geral”, desabafou o presidente da associação comercial mariliense, Adriano Luiz Martins, ao verificar no levantamento mensal do SCPC da Acim, queda de 18,75% no número de incluídos e queda de 25,10% entre os excluídos.

De acordo com o superintendente da associação comercial, José Augusto Gomes, foram incluídos no sistema de proteção 9.449 devedores, o que é considerado baixo, diante dos 11.629 devedores incluídos no ano passado, no mesmo período do semestre. “Isso não quer dizer que cliente esteja pagando corretamente”, ressaltou o dirigente mariliense. “Enxergo que o lojista não esteja se preocupando em registrar a dívida, e proteger o sistema”, falou ao lembrar que uma vez registrada a dívida, o devedor passa a ter restrição cadastral em qualquer loja do Brasil. “Nossas informações são nacionalizadas e essa é a nossa força”, enfatizou José Augusto Gomes que considera a informação a principal arma contra calotes e golpes. “Ao incluir o devedor no sistema, outros lojistas ficam protegidos. Um protege o outro”, ensinou.

As exclusões também são sinais de um comportamento estranho por parte do consumidor. No semestre foram excluídos do banco de dados do SCPC da Acim, 5.922 devedores que liquidaram os débitos existentes e passam a ter condições de comprar pelo crediário. “São novos consumidores”, disse Adriano Luiz Martins. No ano passado foram excluídos no semestre 7.907 ao mostrar que em 2018 o ambiente econômico era pior do que o atual. “Isso pode mostrar o poder de compra do consumidor diminuindo”, sugeriu o presidente da associação comercial mariliense que também tem o hábito de analisar a performance do SCPC da Acim mensalmente, que demonstra o comportamento de comerciantes e consumidores quanto a inadimplência. “A proteção é importante com base na informação”, ressaltou o dirigente de Marília ao lembrar que todo cuidado é pouco com a inadimplência. “Tem gente que não percebeu que a inadimplência fechará a empresa cedo ou tarde”, alertou.

Os dados do SCPC da Acim são acessíveis seja pelo aplicativo da Boa Vista SCPC, ou através da internet pelo portal da associação comercial, e ainda via telefonista e ligação direta com a atendente, que também recebe visitas na sede da Acim, para consultas. “São várias as formas de acesso, por diversos meios”, falou José Augusto Gomes. “O importante é se informar, seja de que forma for”, completou Adriano Luiz Martins que aconselha o lojista a consultar sempre ao vender pelo crediário. “As informações ajudam a tomar a decisão de forma segura, confiável e prática”, garante o presidente da associação comercial que espera a mudança de comportamento para o segundo semestre do ano a ser analisado em breve.tiacim

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