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Trimestre apresenta crescimento nas consultas ao SCPC da Acim

Manoel Batista de Oliveira é o vice presidente da diretoria da Acim, favorável as consultas ao SCPC

Os três primeiros meses do ano mostram crescimento no número de consultas ao Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, ao registrar elevação na ordem de 22,37% no número de consultas realizadas pelos comerciantes em geral. Segundo os dados do órgão de consultas local, foram realizadas no trimestre, 93.897 consultas este ano, diante das 76.731 consultas realizadas no trimestre do ano passado. “Isso quer dizer que o comerciante está mais atento e está procurando diminuir a inadimplência na empresa”, acredita o vice-presidente da diretoria da Acim, Manoel Batista de Oliveira, ao verificar os dados estatísticos deste mês. “O crescimento era esperado, afinal, para evitar a inadimplência, somente buscando informações sobre o cliente”, comentou.

De acordo com os dados apresentados no mês de março, pela terceira vez seguida em 2019, houve crescimento no número de consultas, chegando a uma elevação de 24,38% no mesmo período em 2018. Este mês que passou foram realizadas 33.578 consultas, sendo até o momento o mês de maior procura. Em 2018 foram realizadas no mês de março daquele ano, 26.997 consultas, também sendo o mês de maior procura naquele trimestre. “Não tenho dúvidas de que é reflexo das vendas do começo do ano já se preparando para as vendas em maio”, disse o experiente comerciante que é favorável as consultas prévias no momento de abrir o crediário para o cliente. “Quanto mais informações existirem sobre o cliente, mais segura é a venda”, defendeu Manoel Batista de Oliveira ao garantir ser o SCPC da Acim o sistema mais completo do Brasil em termos de quantidade de informações cadastrais sobre o cliente em todo o território nacional. “Nossas informações são as mais completas, superando as informações bancárias e cartorárias”, defendeu o dirigente ao mostrar a importância de busca-las no momento de uma venda pelo crediário.

Sem dúvidas, segundo o vice presidente da diretoria da Acim, as vendas através dos cartões de benefício, de crédito e de débito, fazem com que a procura pela informação no SCPC seja menor, em razão de não precisarem deste tipo de consultas. “As operadoras de cartão garantem a venda, enquanto que venda a vista não precisa de análise”, explicou ao considerar normal a queda no número de informações do SCPC de um mês para o outro. “O fato de consultar não quer dizer que a venda tenha sido consumada”, explicou ao dizer que o SCPC não é termômetro de vendas, como pensam alguns. “É sinônimo de movimento e não de vendas”, comparou o dirigente da Acim ao lamentar a ausência de uma ferramenta neste sentido. “Para saber sobre as vendas é preciso reunir outros índices e não um apenas, mas vários”, ensinou. “Sobre o movimento basta ver o número de pessoas com sacolas em mãos, pelas ruas e lojas”, exemplificou.

Para Manoel Batista de Oliveira é oportuna a consulta sobre o potencial de pagamento do cliente no momento de abrir o crediário, pois, caso o consumidor não pague, o maior prejudicado é o comerciante que fica sem a mercadoria, sem o dinheiro correspondente e ainda é preciso arcar com os pagamentos das taxas, impostos e comissões daquilo que perdeu. “Sem contar o dinheiro que foi gasto pela empresa para comprar o produto, descaptalizando a loja”, disse o dirigente mariliense ao orientar os comerciantes em geral que sempre se informe sobre o cliente antes de vender pelo crediário. “Quanto maior a quantidade de perguntas e informações sobre o cliente, maiores as chances de avaliação em conceder o crediário com a certeza de recebimento”, comentou o vice-presidente da diretoria da Acim.

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