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VAREJO – Crescimento em 2018 foi de 1,8%, diz Acim

Segundo Adriano Luiz Martins, ano de 2018 foi difícil para o varejo em geral, e mesmo assim houve crescimento

O presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Adriano Luiz Martins, mostrou-se frustrado com o baixo crescimento do comércio varejista em 2018, que cresceu apenas 1,8% durante o ano de 2018. “Esperava algo entre 3% a 5%”, disse o dirigente mariliense ao lembrar que, apesar do índice ser baixo, é positivo e pela segunda vez seguida apresenta crescimento. “Esse é o lado bom que o comércio deve deslumbrar, na esperança de um 2019 bem melhor”, comentou o dirigente ao analisar o Indicador do Movimento do Comércio Varejista, que acompanha o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil, desenvolvido pela Boa Vista SCPC.

Na avaliação mensal dessazonalizada, o indicador caiu 1,5% em dezembro. Já na avaliação contra dezembro do ano anterior o varejo cresceu 0,8%. Apesar do desempenho tímido nos últimos meses, o indicador segue crescendo pelo segundo ano consecutivo. “Ainda assim, fatores como alto nível de desocupação e lenta melhora da atividade continuam sendo os principais entraves para uma evolução mais robusta do setor”, ressaltou o dirigente de Marília que acompanha mensalmente a performance do varejo nacional, como sendo uma tendência nas principais regiões de País. “Com poucos sinais de melhora no cenário econômico, espera-se que o varejo siga em um ritmo gradual de recuperação em 2019”, falou ao ler o documento produzido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) que faz estudos regulares sobre o comportamento do comércio paulistano que detém o maior número de comerciantes e consumidores concentrados no País.

Dentre os principais setores, o setor de “Móveis e Eletrodomésticos” apresentou queda de 3,4% em dezembro, descontados os efeitos sazonais. Ao longo de 2018 o segmento cresceu 1,1%, de acordo com os dados sem ajuste sazonal. A categoria de “Tecidos, Vestuários e Calçados” cresceu 0,3% no mês, expurgados os efeitos sazonais. Na comparação da série sazonal, nos dados acumulados do ano houve queda de 1,0%. A atividade do setor de “Supermercados, Alimentos e Bebidas” registrou queda de 0,1% na série dessazonalizada. Na série sem ajuste, a variação acumulada subiu 2,7% em relação ao ano anterior. Por fim, o segmento de “Combustíveis e Lubrificantes” caiu 0,6% em dezembro considerando dados dessazonalizados, enquanto na série sem ajuste, a variação acumulada do ano avançou 1,3%.

Para o presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília alguns fatores devem ser levados em consideração como: a realização da Copa do Mundo, as Eleições Presidenciais e principalmente a greve dos caminhoneiros que influenciaram de forma direta no comportamento do varejo em geral, com menos dias de trabalho e ao mesmo tempo o enfraquecimento do poder de compra do consumidor, que em dias difíceis, por cautela, segura os investimentos no comércio. “Apesar disso tudo, houve crescimento, o que mostra a reação positiva do comércio”, destacou Adriano Luiz Martins.

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