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Vendas crescem e animam comerciantes de Marília

Gilberto Joaquim Zochio acredita num último trimestre do ano com boas vendas em 2019

O segundo semestre do ano sempre foi mais estimulante que o primeiro, quanto as vendas no comércio varejista em geral. De acordo com o tesoureiro da Associação Comercial e Industrial de Marília, Gilberto Joaquim Zochio, este ano a tendência é que seja melhor que o ano passo em virtude das definições políticas e econômicas que o País vive. “No ano passado o Brasil vivia uma instabilidade maior”, acredita o dirigente ao observar que as vendas crescem 1,3% na primeira quinzena de agosto no varejo paulistano, frente ao mesmo período de 2018. “São Paulo mostra a tendência de todo o varejo brasileiro”, defende o dirigente mariliense ao mostrar a importância da capital paulista na economia em geral. A informação é do Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Isoladamente, o sistema a prazo apresentou alta de 0,6%, enquanto que o sistema à vista expandiu 2%. “Isso é bom sinal”, acredita o tesoureiro da associação comercial mariliense.

De acordo com Marcel Solimeo, economista da associação comercial paulistana, é preciso ter cautela para observar esses dados. “A leve alta das vendas a prazo pode ter ocorrido por causa da variação climática, que possivelmente levou alguns consumidores a comprar itens específicos, como por exemplo, os aquecedores”, alertou o experiente economista paulistano. “Por outro lado, as vendas à vista cresceram impulsionadas pelas baixas temperaturas dos primeiros dias do mês e podem ter sido sustentadas pelas vendas de agasalhos, cobertores e artigos de inverno”, explica Marcel Solimeo, economista da ACSP há vários anos analisando as tendências do varejo em geral.

Para ele, no entanto, o consumidor continua cauteloso, evitando contrair novas dívidas. “A cautela segura muito o investimento do consumidor nas lojas da cidade”, falou Adriano Luiz Martins, presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília ao mostrar-se preocupado com a falta de emprego. “Com o poder de compra das família enfraquecido fica mais difícil as vendas”, comparou o dirigente mariliense ao apontar as altas dos juros, a falta de empregos e a carga tributária como sendo os três itens mais fortes para a estagnação da economia do Brasil que o Governo não consegue desatrelar. “O País está travado por causa disso, e ainda tem os escândalos políticos e econômicos causando instabilidade de confiança em investimento e no futuro”, frisou o dirigente que vem acompanhando os últimos acontecimentos que fazem a oscilação do dólar a agitar o comércio e assustar os mercados interno e externo.

Para Gilberto Joaquim Zochio independente do comportamento econômico e político que vivemos o comerciante deve ser otimista e prever um final de ano com boas vendas. “A injeção de investimento que o Governo fez com FGTS vai refletir no comércio e dentro de mais alguns dias virão o 13º salário e ainda as vendas do Black Friday que antecipa as vendas do Natal”, calcula o dirigente ao chamar a atenção para os preparativos. “Outubro tem as vendas do Dia das Crianças que são fortes, Novembro o Black Friday e Dezembro o Natal”, apontou o trimestre forte de vendas no varejo em geral em que o comerciante deve preparar as equipes de vendas de forma constante e permanente.

O Balanço de Vendas é elaborado pelo Instituto de Economia da ACSP com base em amostra da Boa Vista SCPC.

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