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Vendas crescem mostrando reação em Julho, diz Acim

Adriano Luiz Martins, vice presidente da Acim, comemora reação nas vendas em Julho

O vice presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Adriano Luiz Martins, considerou importante a divulgação dos dados relacionados as vendas ocorridas na primeira quinzena de julho, que mostram crescimento de 7,9%, apontando sinais importantes de recuperação nas vendas do comércio varejista. “O balanço de vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) aponta que o movimento do varejo paulistano cresceu em comparação com o mesmo período de 2016, sendo a maior alta quinzenal registrada neste ano”, disse o dirigente mariliense entusiasmado por acreditar na reação do comércio em geral diante das crises econômicas, social e política que o País vive nos últimos tempos.

As vendas a prazo subiram 4,5%, enquanto no meio à vista essa elevação foi maior (11,2%), em função das baixas temperaturas registradas nos primeiros dias do mês, o que estimulou as vendas de vestuário. De acordo com o presidente da ACSP, Alencar Burti, os resultados positivos são explicados pela base fraca do ano anterior, mas também confirmam a tendência de recuperação do varejo. “Apesar da crise institucional que abala o País, os dados continuam mostrando recuperação, ainda que insuficientes para cobrir as perdas dos últimos anos ou até mesmo do ano passado”, disse o líder paulistano. “Em resumo, é um resultado positivo, mas que deve ser comemorado com cautela”, reforça Alencar Burti, que também é presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

Além da base fraca, a liberação do FGTS, a queda dos juros e o alongamento dos prazos, o forte recuo da inflação e a recuperação da massa salarial contribuíram para o desempenho positivo do varejo na capital paulista nos 15 dias iniciais de julho. Resultado das quinzenas em 2017: Janeiro: -6,6%; Fevereiro: -0,5%; Março: -6,9; Abril: +1,2%; Maio: +1,3%; Junho: +2,4% e Julho: +7,9%. Em comparação com os 15 primeiros dias de junho, o movimento de vendas do varejo paulistano caiu 10,4% em julho – uma retração sazonal esperada, visto que no mês passado houve a ocorrência do Dia dos Namorados, enquanto que julho é um mês de férias, em que há uma saída expressiva de consumidores da cidade. “Vale ressaltar que esta quinzena teve um dia útil a mais. E até mesmo por isso essa queda de 10,4% (-3% no a prazo e -17,8% no à vista) foi menor do que a média dos últimos três anos, de -11,9%)”, complementa o presidente da ACSP ao analisar o Balanço de Vendas que é elaborado pelo Instituto de Economia da ACSP com base em amostra da Boa Vista Serviços

Para Adriano Luiz Martins o comércio paulistano serve como tendência por ser heterogêneo e o mais intenso do País. “Não tenho dúvidas de que está existindo a reação”, reforçou o vice presidente da associação comercial de Marília. “O problema é que o Governo está parado, sempre se explicando sobre os escândalos que surgem diariamente, e a economia gira enfraquecida por influencia do mal comportamento dos políticos”, opinou o dirigente mariliense que se mostra preocupado com as incertezas políticas que afetam diretamente a economia.

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