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Vendas em 2018, até agora, cresceram 2,2% diz Acim

Odair Aparecido Martins, diretor da Acim, está animado quanto as vendas em Dezembro, com cautela

Recente pesquisa desenvolvida no Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) que apresenta a tendência do comércio varejista brasileiro por ser o maior centro de compras do País, mostra que o movimento nas vendas do varejo cresceu em média 2,2% no período acumulado de janeiro a outubro de 2018 em comparação com o mesmo período de 2017. “Essa é uma excelente notícia para o comércio em geral”, disse o segundo secretário da diretoria da Associação Comercial e Industrial de Marília, Odair Aparecido Martins, ao tomar conhecimento dos dados apresentados pela entidade paulistana. “Estamos no início do nosso principal período de vendas e essa informação mostra que teremos um bom final do ano”, acredita do dirigente mariliense.

Na visão do presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo, Alencar Burti, “o desempenho do setor nos 10 primeiros meses do ano foi prejudicado pelos resultados de setembro e de outubro, que ficaram aquém do esperado, e também pela greve dos caminhoneiros, em maio”. Em setembro, o balanço registrou queda média de 0,9% nas vendas em decorrência de um efeito-calendário (um dia útil a menos) e da alta do dólar. Já em outubro a incerteza eleitoral e a alta de preços de tarifas públicas levaram o movimento do comércio a crescer apenas 0,4%. “O comércio é sensível a qualquer comportamento político, e convenhamos foi um processo eleitoral desgastante”, comentou Odair Aparecido Martins ao acompanhar as disputas eleitorais no primeiro e segundo turno.

De janeiro a outubro, as vendas à vista recuaram 2% sobre igual período de 2017. O sistema à vista inclui os ramos de vestuário, calçados e adereços, prejudicados pela temperatura irregular na maior parte dos meses na capital paulista, principalmente, desestimulando a procura por artigos das modas Primavera-Verão e Outono-Inverno. Já as comercializações a prazo, que abrangem móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, avançaram 6,3% na mesma base de comparação, puxadas pelos juros mais baixos e prazos mais longos, o que consequentemente barateia o crédito e estimula o consumidor a parcelar bens duráveis e de maior valor. “De todo modo, com a realização das eleições, a queda do dólar e a melhora da confiança do consumidor, as vendas devem acelerar o ritmo de crescimento”, opina Alencar Burti.

Para o segundo secretário da diretoria da associação comercial de Marília a expectativa para as vendas no final do ano devem girar entorno dos 5% de elevação no comparativo com o mês de Dezembro do ano passado. “Há quem diga que chegará aos 10%”, falou em tom animado, mas com desconfiança. “A temperatura afeta, o pagamento das empresas quanto ao 13º salário e o salário normal, afetam muito e principalmente os apelos do comércio que influenciam”, disse o experiente comerciante e um dos mais antigos diretores da entidade com aproximadamente 40 anos de acompanhamento na entidade. “O Natal é o nosso principal período de vendas por isso devemos nos preparar sempre bem, e acreditar em boas vendas e tentar equilibrar as contas no ano”, comentou com conhecimento.

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